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I Encontro Farmale: Uma conversa sobre as Doenças Inflamatórias Intestinais com a Dra Giovana Zibetti
Keep fighting!
III Encontro Farmale: Ostomia e Doenças Inflamatórias Intestinais
I will beat IBD
Ali Jawad, paratleta do halterofilismo com doença de Crohn: Você é uma inspiração para todos nós!
II Encontro Farmale - Diagnóstico das Doenças Inflamatórias Intestinais: Investigação Endoscópica Palestrante: Dr Flavio Abby
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Disciplina Positiva

Achei isso tão lúcido que vou imprimir e deixar na porta da geladeira.

"Disciplina positiva é sobretudo conexão, vínculo. Sugestões de como usar palavras que conectam, aproximam, e chamam a resoluções, e não a mais conflitos. Vamos tentar por em prática?"  https://www.facebook.com/crescersemviolencia/photos/a.548884455196101.1073741828.548660615218485/776753312409213/?type=1&theater



Hora do Mamaço!

A AMS - Aleitamento Materno Solidário irá comemorar a 3ª edição da SMAM - Semana Mundial de Aleitamento Materno 2014 com o evento a  Hora do Mamaço no dia 02 de agosto em diversas cidades do Brasil! O slogan deste ano é "AMAMENTAÇÃO: UMA VITÓRIA PARA TODA VIDA!"



Aqui no Rio de Janeiro, a Hora do Mamaço será no mesmo local do ano passado, no Parque dos Patins, na Lagoa. Mamães que amamentam ou que apoiam a amamentação compareçam! Para saber mais sobre o evento na sua cidade acesse a página no Facebook:  www.facebook.com/AMSBrasil e para saber tudo sobre a AMS - Aleitamento Materno Solidário é só dar uma olhada nos links abaixo! 

Texto Excelente Sobre Amamentação

Sabe quando você lê um texto e fica pensando em como pode uma pessoa juntar as palavras, as idéias, ser claro e objetivo? Os textos do Dr Daniel Becker são assim e sinto muito, muito mesmo, por só conhecer seus textos agora. Segue o link para a leitura! E sério, achar esse texto foi uma felicidade!
http://www.amamentareh.com.br/coluna-do-dr-daniel-becker-a-armadilha-da-mulher-maravilha/

Birraaaaaaaaaaaaa!

Lendo as dicas do site Educar para Crescer sobre como lidar com a birra, tive que compartilhar aqui a minha experiência atual: A minha filha entra em um estado de ira medonho quando dá um ataque desses! Fica descontrolada, não ouve nada, quer agredir, gritar, espernear... e isso me deixa muitas vezes fora do controle também! Percebo que quando eu "entro" nesse clima dela as coisas só pioram! O melhor mesmo, como diz no texto é deixar passar, mas isso só dá para fazer em casa, pois em público acho que temos que levar a criança embora na mesma hora para outro lugar tentando mudar o foco rapidamente. Educar dá MUITO trabalho sim!


Sobre declarações de amor silenciosas - Revista Crescer

"E ele me abraça apertado, respirando junto ao meu ouvido, enquanto eu bebo, demoradamente, cada palavrinha daquela declaração de amor. Fico ali, aproveitando o calor daquela criança tão especial. (...) E entendo que as palavras mais bonitas que podemos ouvir são aquelas ditas no silêncio. Só consegue percebê-las quem tem a sensibilidade e a coragem para mergulhar naqueles olhos castanhos. Os olhos tão especiais do Theo. Sim, meu filho fala! Meu filho me diz "eu te amo" todos os dias! Basta saber ouvir!"

Esse texto me deixou muito emocionada... por isso, compartilho aqui o link para que vocês possam ler e se emocionar também. http://revistacrescer.globo.com/Blogueiros-convidados-de-maio/noticia/2013/05/sobre-declaracoes-de-amor-silenciosas.html


Texto sobre autismo

Gosto muito de ficar "vagando" pelo Facebook, sempre encontro textos interessantes, alguns tão bons que tenho vontade de pedir para cada amigo ler. Esse texto li hoje, agora, deixou-me muito emocionada, pensando em mil coisas, mas principalmente, no amar incondicionalmente, amar infinitamente, cuidar com amor.
Para quem tem perfil no Facebook, segue o link: https://goo.gl/2OBe0s


TELEVISÃO DE BEIJO

Meu amigo Renato Godá tem um filho autista.

É o Tom, 2 anos. Ele não é diferente de niguém. É como deveríamos ser: vulneráveis.

Tom não mente, não engana, não se protege como a gente.

Um menino inteligente ao extremo.

Sua inteligência é sensibilidade. Não descansa um minuto de sentir. De piscar comparações. De fazer operações matemáticas e musicais.

Uma pomba na janela é um terremoto. Um tombo na bicicleta é um colisão de estrelas. Mexer os cabelos é um aplauso.

Não há suavidade disponível para sua absorção. O conhecimento é feito por descobertas chocantes que exigem a mobilização do corpo inteiro.

É como se toda a lembrança fosse sublinhada. É como se toda a observação fosse inesquecível.

Tom me encara de lado, seu ouvido é que me olha.

Ele busca não interromper o ritmo das coisas. Os objetos têm sangue. Os objetos têm porta-retratos. Os objetos têm rosto.

Imagine se você realizasse tarefas escutando seu batimento cardíaco? Este é o autista. om o ouvido de dentro e o ouvido de fora, simultâneos. A porta da sala bate na sala e no coração. O vento assobia na janela e no coração.

Eu amo muito o Tom porque nunca vi um pai como Godá.

Godá é aparentemente desajeitado, boêmio, bagunçado.

Mas se dedica ao filho com uma delicadeza disciplinada que somente existe no interior dos animais selvagens.

Sua paciência é um presépio inesperado no deserto.

Ele explica três, quatro vezes, sem nunca alterar a doçura do timbre.

Sem jamais apresentar irritação pela repetição.

Ainda que esteja compondo ou ocupado com a vida adulta, para a respiração e se põe a conversar. Usa as mãos com gestos lentos de giz.

Toda resposta é nova mesmo que seja antiga.

A atenção pede a mirada firme e cúmplice, com duas colheres de açúcar.

Tom pega o arroz com os dedos. Godá se aproxima e mostra que o garfo é mais divertido do que a mão.

Tom volta a comer com a mão. Godá insiste que o garfo é uma extensão de boneco. Uma luva de robô.

Tom entende por cinco minutos, e Godá rearticula a fábula acrescentando um detalhe a mais de ternura.

Naquela casa, a noite é tarde demais, a biblioteca é longe demais. As histórias estão pousando a qualquer instante.

Tom beija a televisão. Godá diz que a televisão muito perto machuca os olhos. Tom beija de novo a televisão. Godá pede beijo no lugar da televisão.

O pai é um televisor que não prejudica a boca.

Tom ri alto. E beija o pai. Para depois voltar a beijar a televisão.