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I Encontro Farmale: Uma conversa sobre as Doenças Inflamatórias Intestinais com a Dra Giovana Zibetti
Keep fighting!
III Encontro Farmale: Ostomia e Doenças Inflamatórias Intestinais
I will beat IBD
Ali Jawad, paratleta do halterofilismo com doença de Crohn: Você é uma inspiração para todos nós!
II Encontro Farmale - Diagnóstico das Doenças Inflamatórias Intestinais: Investigação Endoscópica Palestrante: Dr Flavio Abby
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Colonoscopia

Um novo estudo fornece o que os pesquisadores independentes chamam a melhor evidência ainda que a colonoscopia - talvez o teste de seleção de câncer mais amado - previne as mortes. Embora muitas pessoas tenham assumido que a colonoscopia deve salvar vidas, porque é tão freqüentemente recomendada, faltam evidências fortes até agora.

Em pacientes rastreados por até 20 anos, a taxa de mortalidade por câncer colorretal foi reduzida em 53% naqueles que tiveram o teste e cujos médicos removeram tumores precancerosos, conhecidos como pólipos adenomatosos, disseram pesquisadores nesta quarta-feira no The New England Journal of Medicine .
O teste examina o interior do intestino com um tubo com uma câmera na ponta.


Leia o artigo completo em nosso site: CEDIG

Brasil tem cada vez mais casos de Doença de Crohn

Segundo especialista, o Brasil tem cada vez mais casos de Doença de Crohn

Doença inflamatória do trato gastrointestinal afeta principalmente parte do intestino delgado (íleo) e intestino grosso (cólon)

A doença inflamatória do trato gastrointestinal, Doença de Crohn, afeta principalmente parte do intestino delgado (íleo) e intestino grosso (cólon). Dentre os principais sintomas da doença, diarréia, cólica abdominal, perda de peso, febre e até sangramento retal.

Para falar sobre o assunto, o Tarde Nacional entrevista gastroenterologista e especialista em Doenças Intestinais do Instituto Steinwurz de Saúde do Intestino e fundador da Associação Brasileira de Colite Ulcerativa e Doença de CrohnFlavio Steinwurz. De acordo com o especialista, a doença acomete principalmente adolescentes e adultos jovens e tem tido cada vez mais casos no Brasil.

Acompanhe a entrevista na íntegra no player da página EBC: https://goo.gl/KngYvr

Artrite Idiopática Juvenil: Porque criança também tem artrite


14º Encontro do RecomeçAR/RJ - Artrite Idiopática Juvenil: Porque criança também tem artrite

Dia 18 de Setembro às 13:00hs
Local: Avenida Marechal Rondon, 381 - São Francisco Xavier (Auditório).
Palestrantes:
Reumatologista pediátrico do HUPE/UERJ Dr. Flávio Sztajnbok
Psicóloga fundadora do grupo BrincAR Juliana Freitas
Marcelle Cavalcante mãe de Julia de 10 anos que tem AIJ

Inscrições através do link: www.sympla.com.br/recomecarrj---artrite-idiopatica-juvenil__178846

Encontro de Pacientes da ALEMDII

 Reunião do Mês de Setembro!

 "Considerações Gerais Sobre as Doenças Inflamatórias Intestinais"

 Palestrante  Dra. Letícia Silva Morais, Médica da Família e Pós-Graduada em Gastroenterologia.

Conheça mais sobre as DII e aproveite para confraternizar com outras pessoas com Doenças Inflamatórias Intestinais (Doença de Crohn e Retocolite Ulcerativa), familiares e amigos.

Como todos os eventos realizados pela ALEMDII, a entrada é GRATUITA.  O objetivo é ampliar o conhecimento empoderando os portadores, familiares, amigos e toda a sociedade, pois só o conhecimento é capaz de melhorar a qualidade de vida de todos.

Participem!

 Data: 18 de setembro de 2017
 Horário: 18 h às 21 h
 Local: Rua Princesa Isabel, 421 - Caratinga/MG


Você conhece alguém com Doença de Crohn ou Retocolite Ulcerativa no leste de Minas Gerais? Convide-o para fazer parte da nossa associação! 

Curtam a página e as redes sociais 

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Para se associar à ALEMDII você não precisa pagar cadastro ou anuidade. Todos os eventos e palestras são gratuitos e abertos público. Cadastre-se: https://goo.gl/itUSU8

Bolo de cenoura

Bolo de cenoura com bolinhas de brigadeiro 

Primeiro você prepara o brigadeiro no ponto de enrolar e em vez de passar em confeitos, passa na farinha.

Agora vamos aos secos da massa:

 2 xícaras de farinha de trigo (usei da @aminnasemgluten), 1 colher de sopa de fermento (usei da @cozinhadonabenta que é sem gluten), 1 pitada de sal  misture e deixe separado.

 Agora vamos ao liquidificador:

 1 + 1/2 xícara de açúcar (usei 1 só de mascavo), 4 ovos, 1 xícara de óleo (usei girassol), 2 cenouras médias raladas (usei 4 pequenas orgânicas).
 Mistura essa parte com a parte seca (dá para bater a massa na mão pois é bem leve).
 Untei com manteiga e farinha uma forma com furo no meio e coloquei a massa.

 Agora os brigadeiros que você já enrolou e passou na farinha, pode ir colando sobre a massa (dá para ver em uma das fotos). Não coloquei todos pois a minha filhota queria passar alguns nos confeitos que sempre tenho em casa 




 Leve ao forno (já estava aquecido) para assar por 30 minutos. 
Não coloquei cobertura, mas fica ao seu gosto colocar ou nao.
A massa não leva nada de lácteos, logo poderíamos dizer que é um bolo sem gluten e sem lactose , mas colocamos recheio de brigadeiro e o meu eu fiz com leite condensado mesmo, mas vocês podem usar outras receitas de brigadeiro sem lactose caso tenham intolerância à lactoseou alergia a proteina do leite de vaca . É uma receita bem adaptável .


A fonte da receita é o blog @stephaniablog, tem passo a passo no YouTube  https://youtu.be/hXsImN5wvrE . Minha cria ADORA!




Acompanhe a Farmale pelo Instagram também: www.instagram.com/farmale


Tenha paz


Não permita que tirem a sua paz. 

Sem paz não conseguimos seguir com tranquilidade e equilíbrio.

Doenças Inflamatórias Intestinais: Objetivos do Tratamento


Existem dois principais objetivos no tratamento de pessoas com Doença de Crohn ou Retocolite Ulcerativa:
Controlar a doença ativa.
Manter a doença em remissão.

Quando a doença se torna novamente ativa e você tem outra recaída, chama-se recidiva. Tanto a Doença de Crohn quanto a Retocolite Ulcerativa são marcadas por períodos de remissões e recidivas.

Fonte: ABCD

Dicas da Anvisa para problemas com medicamentos

Problemas com algum medicamento? Confira as dicas da Anvisa e saiba o que fazer

Razão para medicação não gerar o efeito desejado pode estar relacionado a fatores que vão desde a falha no diagnóstico à má conservação do produto

Eles curam doenças e aliviam sintomas, mas sem os devidos cuidados os medicamentos podem causar problemas como reações adversas ou mesmo não gerar efeito algum. Nessas situações, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (#Anvisa) orienta o paciente a entrar em contato com o órgão e relatar o problema.
O atendimento é feito pelo telefone 0800 642 9782 ou pelo portal da agência. É preciso ter em mãos a embalagem do medicamento para informar o nome do produto, a marca, o nome do fabricante, entre outros dados (como data de fabricação e validade).
O fato de a medicação não gerar o efeito desejado pode estar relacionado a fatores que vão desde a falha no diagnóstico, ainda no consultório médico, ao transporte e armazenamento inadequados do produto. Wagner Martins, farmacêutico especialista em gestão da assistência farmacêutica do Sistema Único de Saúde (#SUS) e membro da Comissão Assessora de Legislação do Conselho Federal de Farmácia (#CFF), destaca que uma forma de evitar esses transtornos é sempre buscar farmácias que mantenham um farmacêutico à disposição do paciente.
"Sempre adquira seus medicamentos em farmácias e drogarias licenciadas, exija a presença do farmacêutico para tirar suas dúvidas. Nesses estabelecimentos, o farmacêutico faz seleção de fornecedores, de produtos legais e originais e orienta os pacientes sobre como usar medicamentos prescritos", diz.
Ao sentir efeitos estranhos, o paciente deve conferir a bula, especialmente nas seguintes seções:
"Quando não devo usar este medicamento?”
"O que devo saber antes de usar este medicamento?”
"Quais os males que este medicamento pode me causar?”.

Em casos em que o medicamento sempre foi usado, mas agora não faz mais efeito, Wagner explica que isso pode ocorrer devido à interação com outra medicação. "Um pode interferir no outro, intensificando ou amenizando o efeito esperado", explica. Já em relação aos #antibióticos, é comum isso ocorrer quando o tratamento não é concluído e o microrganismo cria uma resistência ao tratamento. Por isso, o farmacêutico ressalta que é importante usar os remédios no prazo estipulado.
Além dessas situações, alguns lotes de remédios podem ter problemas de qualidade. Nessa, e em qualquer uma das outras situações, o paciente pode procurar um #farmacêutico para que ele verifique a situação e faça o encaminhamento para o médico, se necessário.

Fonte: Portal Brasil, com informações da Anvisa e do Conselho Federal de Farmácia

Novos medicações para espondilite anquilosante

Novos medicações para #espondiliteanquilosante

Fonte: Saúde


#espondilite é uma enfermidade inflamatória que atinge as articulações do corpo, principalmente a coluna e bacia. Ela costuma acometer homens jovens, entre 20 e 40 anos de idade, e pode se tornar extremamente incapacitante se não for diagnosticada cedo. 

“Essa disfunção é pouco percebida pelos médicos, o que é preocupante, já que, em estágio avançado, o portador sofre uma calcificação na coluna. Com isso, não consegue girar o pescoço nem esticar. Fica rígido e com muitas dores”, explica o reumatologista Marcelo Pinheiro, da Universidade Federal de São Paulo.

Mas o cenário hoje já está bem melhor do que há quase duas décadas. É que no começo dos anos 2000 surgiram alguns #medicamentosbiológicos para o manejo da doença: 

 "Se eles forem utilizados até cinco anos depois do diagnóstico, há grandes chances de o paciente levar uma vida completamente normal”, diz o médico.

Atualmente, os principais tratamentos atuam bloqueando uma via de inflamação do corpo, o fator de necrose tumoral, que é especialmente aumentado em pessoas com espondilite. Esses fármacos são eficientes em 80% dos casos, mas, como efeito colateral, podem aumentar o risco de infecções como tuberculose por exemplo.

Só que Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec) solicitou que novos remédios sejam integrados ao sistema público de saúde. Estamos falando do secuquinumabe e do certolizumabe pegol. Eles funcionam bloqueando um outro meio de inflamação do corpo – e oferecem algumas vantagens extras. A primeira delas é que os outros 20% dos pacientes também podem se beneficiar. Além deles, existem aqueles que, com o tempo, param de responder à terapia convencional, que vai perdendo eficácia ao longo do tempo. Por último, a novidade não aumenta a probabilidade de encarar uma tuberculose.

No momento, a integração desses fármacos está aberto para consulta pública. Isso ocorreu até o dia 5 de setembro.


 Mas tomar remédio não é a única medida contra a espondilite anquilosante. “Fazer exercícios é essencial para combater a rigidez. E não fumar, já que os fumantes respondem menos ao tratamento”, indica Marcelo Pinheiro.