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I Encontro Farmale: Uma conversa sobre as Doenças Inflamatórias Intestinais com a Dra Giovana Zibetti
Keep fighting!
III Encontro Farmale: Ostomia e Doenças Inflamatórias Intestinais
I will beat IBD
Ali Jawad, paratleta do halterofilismo com doença de Crohn: Você é uma inspiração para todos nós!
II Encontro Farmale - Diagnóstico das Doenças Inflamatórias Intestinais: Investigação Endoscópica Palestrante: Dr Flavio Abby
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A cirurgia pode curar a Doença de Crohn?


A cirurgia pode ser necessária na Doença de Crohn quando o tratamento clínico é ineficiente no controle dos sintomas ou quando há uma complicação tal como obstrução intestinal. 

A cirurgia pode permitir ao paciente permanecer livre de sintomas, mas não objetiva a cura da enfermidade, já que a recidiva é muito frequente no próprio local ou na proximidades de onde ela foi realizada (anastomose). 

Fonte: ABCD

Doença de Crohn e Retocolite Ulcerativa – Vedolizumabe

Doença de Crohn e Colite Ulcerativa
Este é um resumo do Relatório Público Europeu de Avaliação (EPAR), sobre o Entyvio. Ele explica como a Agência avaliou o medicamento para recomendar a sua autorização na UE e as suas condições de utilização. Não se destina a fornecer conselhos práticos sobre como usar o Entyvio no tratamento de Doença de Crohn e Colite Ulcerativa.
Para informações práticas sobre a utilização do Entyvio, os pacientes devem ler o folheto informativo da embalagem (bula), ou contatar o seu médico ou farmacêutico.


O que é o Entyvio e para que ele é usado?
O Entyvio é um medicamento que contém a substância ativa vedolizumabe. Ela é usado no tratamento de pacientes adultos que sofrem de retocolite ulcerativa (uma doença que causa inflamação e úlceras no revestimento do intestino) ou doença de Crohn (uma doença que causa inflamação do trato digestivo). O vedolizumabe é utilizado para tratar a doença ativa de moderada a grave quando a terapêutica convencional ou medicamentos chamados de antagonistas de TNF-alfa não são eficazes, não funcionam mais, ou não podem ser tolerados pelo paciente.
Como o Entyvio é usado?
O Entyvio está disponível como um pó a ser diluído em uma solução para perfusão (gotejamento) na veia. Ele só pode ser obtido mediante prescrição médica e o tratamento deve ser iniciado e supervisionado por um especialista que tenha experiência no diagnóstico e tratamento da Doença de Crohn e Retocolite Ulcerativa.
A dose recomendada é de 300 mg administrados nas semanas zero, dois e seis e, em seguida, a cada oito semanas após isso, naqueles pacientes que respondem ao tratamento.
O Entyvio é administrado como uma infusão que dura pelo menos 30 minutos. Todos os pacientes são monitorados para quaisquer reações durante a infusão e durante pelo menos, de uma a duas horas após o final da infusão. Para mais informações, consulte o folheto informativo da embalagem, (bula).
Fonte: Medic Supply


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Manutenção de uma microbiota saudável se assemelha a cuidar de um jardim

A microbiota intestinal humana exerce um papel importante tanto na saúde quanto na doença. E em alguns aspectos, a manutenção de uma microbiota saudável se assemelha a cuidar de um jardim. Por vezes, intervenções graves podem levar à degradação total deste ecossistema, como por exemplo, através de doenças e/ou pelo uso de antibióticos. Embora seja possível a recuperação espontânea, não é garantido que ela ocorra em todos os casos. Devido a isto, várias estratégias podem ser utilizadas para restaurar este ecossistema: probióticos, prebióticos ou até mesmo transplantar o ecossistema microbiano inteiro, por exemplo, a partir de uma amostra de fezes e um processo denominado transplante fecal.
Estas estratégias podem estar associadas a suplementação da dieta com carboidratos não-digeríveis (prebióticos) que são benéficos, porque estimulam seletivamente o crescimento e a atividade de uma ou mais espécies bacterianas no cólon. Outra forma de recuperação ou fortalecimento deste ecossistema intestinal seria através da ingestão de microorganismos vivos, administrados em quantidades adequadas e que conferem benefícios à saúde do hospedeiro (probióticos). Os probióticos em sua maioira pertencem aos gêneros Lactobacillus, Bifidobacterium e Bacillus. Entretanto em alguns caso graves de diarréia crônica é necessário lançar mão de uma medida capaz de restaurar a complexa microbiota intestinal por completo  e neste caso transplante fecal é uma opção terapêutica.
A maioria das pessoas já ouviu falar sobre probióticos e prebióticos, mas poucos conhecem algo sobre transplante fecal. Apesar de poucas pessoas conhecerem esta técnica, o transplante fecal não é uma prática nova. O primeiro caso foi descrito por Eiseman e colaboradores em 1958, e a descrição do segundo ocorreu em 1981 por Bowden. Hoje este tipo de terapia é utilizada por vários especialistas com sucesso, sem quaisquer efeitos adversos. Desde então, existem muitos relatos de transplantes de fezes através de colonoscopia ou sonda nasogástrica, e a maioria destes procedimentos estavam relacionados a utilização desta técnica no tratamento da infecção por Clostridium difficile, para o restabelecimento da microbiota após a infecção. Um dos principios do método do transplante fecal é que nem todos os microorganismos da microbiota podem ser isolados e cultivados em laboratório.
Recentemente, 19 pacientes infectados por C. difficile foram submetidos a um transplante de fezes e permaneceram livres da doença por até quatro anos. Este resultado sugere que esta terapia pode ser benéfica para o tratamento desta doença, e segundo outros trabalhos é eficaz no tratamento de outros tipos de gastroenterites. Já existem estudos  que relatam que o uso progressivo de antibióticos contra C. difficile e outros microorganismos também é capaz de afetar negativamente a  microbiota e sugerem que a recolonização do trato intestinal por uma nova microbiota pode ser empregada através do transplante.
Em outro estudo sobre o tema, foram utilizadas técnicas moleculares a fim de reconhecer os grupos microbianos bioindicadores de uma microbiota ‘saudável’ ou ‘doente’. Este estudo descreve o efeito de uma bacterioterapia através de um transplante fecal em pacientes com diarréia a fim de restabelecer a microbiota do cólon. Neste estudo, Firmicutes e Bacteriodetes não foram encontrados nos indivíduos doentes e dias após o transplante já foi possível ver reestabelecimento da microbiota e a recuperação do quadro clínico.
Vale a pena lembrar que o entendimento sobre o efeito da aplicação desta técnica parte de princípios ecológicos como interações entre hospedeiro e microorganismos. Portanto, estudos sobre a composição, a diversidade e a função de comunidades microbianas intestinais são importantes para elaborar estratégias para tratamentos futuros.
O Transplante fecal, embora pareça ser uma abordagem estranha para os leigos, pode ser uma boa opção de tratamento e tem a capacidade de restabelecer a microbiota intestinal saudável. Por mais desagradável que possa parecer.

Baixo risco de câncer na bolsa ileal após anastomose ileorretal na retocolite ulcerativa

Risco de câncer na bolsa ileal não é elevado após anastomose ileorretal na retocolite ulcerativa
Pacientes submetidos a anastomose ileorretal com bolsa ileal após a ressecção colorretal para o tratamento da retocolite ulcerativa não apresentam aumento do risco de câncer extra-intestinal, informam pesquisadores dinamarqueses.
"Foi interessante e reconfortante descobrir que o risco global (total) de câncer após a anastomose ileorretal com bolsa ileal na retocolite ulcerativa foi comparável ao da população geral", disse o Dr. Anders Mark-Christensen do Aarhus Universistethospital, na Dinamarca, à Reuters Health por e-mail.
"A descoberta mais interessante – embora não cause surpresa – foi o baixíssimo risco de câncer da bolsa ileal".
A mucosa residual deixada na zona de transição anal e o coto retal pode apresentar persistência do risco de câncer após a anastomose ileorretal com bolsa ileal, e o risco de câncer extra-intestinal entre os pacientes com retocolite ulcerativa parece ser ligeiramente superior ao da população geral. O risco de câncer após a colectomia e a anastomose ileorretal com bolsa ileal permanece incerto.
O Dr. Mark-Christensen e colaboradores investigaram o risco de câncer, concentrando-se no câncer da bolsa ileal, em 1.723 pacientes com anastomose ileorretal com bolsa ileal pareados a 8.615 pessoas da população geral. O estudo foi publicado on-line em 3 de agosto no periódico Journal of Crohn's and Colitis.
Durante um acompanhamento médio de 12,9 anos, apenas dois pacientes (0,12%) com anastomose ileorretal com bolsa ileal tiveram diagnóstico de câncer de bolsa ileal, uma incidência de 8,4 casos por 100.000 pessoas-ano. Comparativamente, três tipos de câncer de intestino delgado ocorreram na população geral, uma incidência de 2,6 casos por 100.000 pessoas-ano. A incidência geral de qualquer tipo de câncer não diferiu significativamente entre o grupo da anastomose ileorretal com bolsa ileal e a população geral.
Os pacientes com anastomose ileorretal com bolsa ileal tiveram maior risco de câncer hepatobiliar, mas este achado perdeu relevância após a exclusão dos pacientes com colangite esclerosante primária no momento do diagnóstico de câncer. Os pacientes com anastomose ileorretal com bolsa ileal também tiveram maior risco de câncer de pele (exceto melanoma) sem significado estatístico.
Os tipos de câncer relacionados com o tabagismo foram 30% menos comuns entre os pacientes com anastomose ileorretal com bolsa ileal do que na população de fundo, mas essa estimativa foi baseada em poucos casos.
"Um número crescente de evidências sugere que o risco de apresentar câncer da bolsa ileal seja extremamente baixo", disse o Dr. Mark-Christensen. "Em termos gerais, existem vários argumentos contra o rastreamento desses tipos de câncer na população submetida à anastomose ileorretal com bolsa ileal: primeiro, a história natural do câncer de bolsa ileal é praticamente desconhecida, por isso não está claro se existe uma janela de oportunidade terapêutica antes do câncer se tornar sintomático, durante a qual o tratamento melhoraria o prognóstico. Esta suposição deve ser verificada até mesmo antes de se considerar o rastreamento. Em segundo lugar, uma quantidade notável (do número geral extremamente baixo) dos casos de câncer da bolsa ileal não são visíveis pela endoscopia, então esta não é, de modo algum, uma boa ferramenta de triagem!"
"Como mencionamos em nosso trabalho, o rastreamento seletivo – em vez de geral – do câncer da bolsa ileal no subgrupo dos pacientes submetidos à anastomose ileorretal com bolsa ileal (por exemplo, aqueles com colangite esclerosante primária, história de câncer colorretal, história familiar de câncer colorretal, etc.) pode ser razoável, mas também não sabemos se essa abordagem beneficia os pacientes", concluiu.
Fonte: Medscape
O artigo: Anders Mark-Christensen, Rune Erichsen, Søren Brandsborg, Jacob Rosenberg, Niels Qvist, Ole Thorlacius-Ussing, Jens Hillingsø, Jørn Helmut Pachler, Erica Gould Christiansen, Søren Laurberg; Long-term Risk of Cancer Following Ileal Pouch-anal Anastomosis for Ulcerative Colitis, Journal of Crohn's and Colitis, Volume 12, Issue 1, 5 January 2018, Pages 57–62, https://doi.org/10.1093/ecco-jcc/jjx112

Nota de esclarecimento do GEDIIB sobre a vacinação de Febre Amarela

A incidência de febre amarela vem se ampliando no Brasil (2016/2017), causando uma epidemia principalmente nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Espirito Santo, embora existam casos notificados nas regiões Centro Oeste e Norte, cujo impacto foi a necessidade de ampliação do programa de vacinação para febre amarela (VFA) em todo o país.
Segundo a OMS (05/2013) uma única dose da VFA seria o suficiente para conferir proteção ao longo da vida (oposta à recomendação anterior de 10 anos), mas somente a partir de abril de 2017, o Brasil passou a indicar dose única.  A disseminação rápida da doença tornou necessária a ampliação de vacinação em diversos estados e cidades de risco no Brasil e promoveu uma mudança no tipo de vacina ofertada pelo Governo Brasileiro (vacina fracionada), que continua com o mesmo tipo de cepa, mas a manutenção de imunização do indivíduo ocorreria somente até 8 anos após sua realização, sem comprometer sua eficácia e mesmo o possível surgimento de possíveis efeitos adversos.Importante ressaltar que a vacina quando utilizada pela primeira vez (primo vacinação), tem maior chance de desenvolver efeitos adversos do que a dose de reforço. Embora 90% dos casos de febre amarela sejam oligossintomáticos/assintomáticos, a sua sintomatologia pode ser leve, moderada, grave e maligna. Esta última apresenta taxa de mortalidade de cerca de 50% a 60%, semelhante a dos efeitos adversos graves relacionados a vacina.Também é importante sabermos que independente da cepa existente na vacina, a presença de imunossupressão incorre em risco de replicação do micro-organismo atenuado, com infecção invasiva, potencialmente letal, e deve ser evitada.Neste momento muita dúvida tem surgido sobre quais os pacientes com DII que se beneficiariam com a vacinação e em que casos estaria contraindicada. 

O GEDIIB tem participado de discussões com a Sociedade de Reumatologia e integrantes da Sociedade Brasileira de Infectologia visando traçar recomendações conjuntas, e algumas destas serão descritas na nota de esclarecimento. Entretanto, ainda existem situações conflitantes entre as recomendações atuais da OMS e as regulamentações oficiais de diferentes países (Inglaterra, França) e a Sociedade Europeia de DII, a ECCO no que se refere a imunização com vírus vivo atenuado, onde se inclui a vacina para febre amarela.

Transplante de fezes para tratar doença de Crohn e obesidade

Transplante de fezes é testado para obesidade e tratamento de doença de Crohn

A técnica consegue aliviar sintomas de doenças intestinais e ajuda no combate à obesidade

Oficialmente batizado de transplante de microbiota fecal, o procedimento tem a intenção de repovoar o intestino de pessoas doentes com os micro-organismos do corpo de pessoas saudáveis

Talvez essa seja a primeira vez que você ouve falar em transplantar fezes, mas cientistas estão usando esse aparentemente estranho recurso cada vez mais. Hoje, as possibilidades relacionadas à técnica vão de alívio de sintomas de doenças intestinais até a ajuda no combate à obesidade. Oficialmente batizado de transplante de microbiota fecal, o procedimento tem a intenção de repovoar o intestino de pessoas doentes com os micro-organismos do corpo de pessoas saudáveis. As fezes são diluídas e transplantadas.

A técnica é relativamente recente, com o primeiro estudo mais completo publicado em 2013. Desde então, o transplante se tornou uma forma de terapia reconhecida para casos persistentes de infecção por Clostridium difficile. A bactéria, segundo o Serviço Nacional de Saúde britânico, é encontrada em 1 a cada 30 adultos, e, na maior parte das vezes, é inofensiva.

Em alguns casos — normalmente em pessoas mais velhas que tomam antibióticos —, a C. difficile causa infecção, com sintomas como diarreia, dores abdominais e pode até requerer cirurgia para retirada de partes feridas do intestino.  Com o sucesso do transplante para esse tipo de infecção, os cientistas começaram a estudar o impacto da microbiota fecal em outras doenças. “Somos mais bactérias do que humanos”, resume Henrique Fillmann, presidente da Sociedade Brasileira de Coloproctologia (SBCP), ao falar sobre a quantidade de micro-organismos no nosso corpo e sua importância no funcionamento equilibrado do corpo.

Crohn e Obesidade

A doença de Crohn é um das enfermidades que está no horizonte do transplante de fezes como potencial alvo. A professora Gisele Martins, 31, diz que perdeu sua vida social e parou de trabalhar por conta da doença. Foi somente após o transplante de fezes, em 2015, que seus sintomas começaram a melhorar. “Não adianta a pessoa fazer um transplante fecal se ela não tem alimentação saudável.”

Cientistas da USP utilizam anticorpos produzidos em laboratório que facilitam busca por medicamentos

Anticorpos produzidos em laboratório facilitam busca por medicamentos

Testados no Instituto de Ciências Biomédicas (ICB), os compostos identificam mudanças em células alvo para novos medicamentos

Anticorpos são proteínas do nosso sistema de defesa que neutralizam a ação das substâncias tóxicas produzidas por bactérias e vírus invasores. Por suas características, os anticorpos ajudam a entender a ação de substâncias que influenciam no funcionamento das células e de todo o organismo. Com isso, cientistas da USP estão utilizando anticorpos produzidos em laboratório para identificar mudanças em células que sirvam de alvos para novos medicamentos. O estudo é descrito em artigo da revista científica Plos One, com a participação de pesquisadores do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP.
O desenvolvimento dos anticorpos presentes na pesquisa começou em 2004, a partir da cooperação com Lakshmi Devi, da Icahn School of Medicine at Mount Sinai (Estados Unidos). “Os anticorpos são ferramentas biotecnológicas importantes, pois reconhecem mudanças estruturais nas células causadas pelos receptores, que são proteínas que regulam a atividade das células, com repercussão em todo o organismo”, relata a pesquisadora Andrea Heimann, da empresa Proteimax Biotecnologia Ltda, que produz os anticorpos utilizados nos estudos. Na época, ela fazia doutorado em Fisiopatologia Experimental na Faculdade de Medicina da USP (FMUSP). “Havia a necessidade de buscar anticorpos diferentes para estudos sobre receptores de substâncias associadas ao funcionamento do sistema nervoso, como dopamina, opioides e serotonina.”
A pesquisadora destaca que o conhecimento sobre os receptores é fundamental no desenvolvimento de novos medicamentos pela indústria farmacêutica. “Por exemplo, cerca de 40% dos fármacos existentes no mercado atuam em um grupo de receptores que estão associados a dor e a doenças como hipertensão arterial, diabetes, obesidade e câncer” , diz. “A partir das informações sobre os receptores, são criados medicamentos que ativam ou inibem sua atividade”.

Adalimumab tem nova apresentação em Portugal

Já disponível adalimumab 80 mg/0,8 ml como terapêutica de indução alternativa
A AbbVie anunciou recentemente o lançamento de adalimumab 80 mg/0,8 ml, uma apresentação concebida como alternativa no início da terapêutica nas indicações aprovadas - psoríase, hidradenite supurativa, doença de Crohn, doença de Crohn pediátrica, colite ulcerativa e uveíte.
Tal como com a formulação de adalimumab 40 mg/0,4 ml, que a AbbVie lançou em 2016, também os excipientes e o citrato foram eliminados. A nova formulação contém o dobro do volume e da dosagem de adalimumab 40 mg/0,4 ml e a mesma substância ativa, adalimumab. A eficácia e o perfil de segurança mantêm-se inalterados. Adalimumab 80 mg/0,8 ml está agora disponível em Portugal.
"O lançamento da formulação de adalimumab 80 mg/0,8 ml salienta o nosso empenho constante em melhorar a oferta para os doentes através da investigação e do desenvolvimento”, afirma o Dr. Carlo Pasetto, diretor geral da AbbVie Portugal. “Continuamos empenhados na inovação na área da Imunologia e na exploração contínua de diversas tecnologias e dispositivos cujo objetivo último é melhorar a experiência terapêutica em que doentes e médicos confiam há mais de 14 anos”.
Graças a avanços tecnológicos, a AbbVie eliminou em 2016 o citrato da formulação de adalimumab 40 mg/0,4 ml, depois de os resultados de estudos principais terem revelado uma redução média de 84% da dor no local da injeção imediatamente após a administração de adalimumab 40 mg/0,4 ml em relação a adalimumab 40 mg/0,8 ml. Embora o atual regime posológico aprovado se mantenha igual, adalimumab 80 mg/0,8 ml constitui um avanço planeado, concebido especificamente para ser usado como dose de carga durante o período de indução, nas indicações aprovadas. O uso desta apresentação reduz para metade o número de injeções necessárias, na indução, para as indicações aprovadas.
“Adalimumab 40 mg/0,4 ml permitiu uma redução da dor no local da injeção e é consistente com o historial de eficácia e o perfil de segurança de adalimumab”, explica o Dr. Eduardo Ribeiro, diretor médico da AbbVie Portugal. “Ter atualmente acesso à formulação 80 mg/0,8 ml como dose inicial significa que os doentes irão precisar de menos injeções no início da terapêutica”.
Fonte: NEWSPHARMA

História da Endoscopia

Sempre bom saber um pouco mais sobre os exames que podem ser necessários para cuidar da nossa saúde. Essa informação é do Instagram da SOBED - Sociedade Brasileira de Endoscopia.

@Regranned from @sobednacional - Você sabia que o termo “endoscopia” surgiu pela junção de duas palavras de origem grega? Endo (dentro de) e skopien (procurar com um propósito). Para alcançar esse nível de excelência que possuímos, a endoscopia teve que se aperfeiçoar durante os anos. O exame chegou ao Brasil na década de 50, porém só se consolidou nos anos 70. Graças a esse avanço da endoscopia, hoje conseguimos identificar com precisão e de forma precoce tumores no esôfago, estômago e cólon.
--A partir de hoje iniciamos a série “História da Endoscopia”. Para acompanhá-la utilize a hashtag #HistóriaDaEndoscopiaSOBED - #regrann

Simpósio de Estomaterapia

Mensagem da Presidente  da SOBEST:

É com enorme satisfação que a Associação Brasileira de Estomaterapia: estomias, feridas e incontinências (SOBEST) realiza o IV Simpósio Nordeste de Estomaterapia no Estado do Piauí, em Teresina, principalmente porque neste ano também se inicia o primeiro curso de especialização em Estomaterapia deste estado. 
Este Simpósio é o primeiro dos quatros simpósios que acontecerão este ano no Brasil. O Objetivo da SOBEST é levar cada vez mais o conhecimento especializado para perto dos profissionais, facilitando o acesso as informações científicas e troca de experiências para que todos aqueles que necessitem deste cuidado possam recebe-lo com qualidade e excelência. Estar perto dos profissionais e pacientes, família e comunidade  é o que se almeja com a realização destes Simpósios que acontecerão na região Norte, Nordeste, Sul e Sudeste do nosso imenso Brasil.
Assim esperamos que cada um de nós possa estar aberto para difundir informações, buscar soluções e inovações, aprimorar relacionamentos, estabelecer conexões, tornar familiar saberes e práticas especializadas, difundir a especialidade  e assim contribuir para dar mais luz à enfermagem, nossa profissão.
Desejo que tenhamos excelentes oportunidades durante este SIMPÓSIO!!!!!!! 
Profa Dra Maria Angela Boccara de Paula

Jornada do Paciente


Você respondeu ao questionário “A Jornada do Paciente com DII”? 

Veja as respostas de 3.500 pacientes: www.abcd.org.br/jornada

Que medo que a gente tem de ter câncer!

"Fui informada dos procedimentos que teria que fazer para o preparo para a colonoscopia, que por sinal, é muito desgastante. 

Saímos do consultório dela mais tranquila, pelo exame clínico e pelos outros já realizados ela tinha certeza de ae tratar de doença de Crohn. A colonoscopia seria apenas para confirmação e visualização do meu intestino internamente. Ela teve a maior paciência de explicar o que era essa tal de doença de Crohn. Resumindo: uma doença inflamatória no intestino, que pode ocorrer em um ou mais segmentos do trato digestivo, ou seja, da boca até o ânus. Disse também que a medicina ainda não sabia a causa e nem tão pouco conhecia a cura. Pensei: "Bom, pelo menos não é câncer! " Que medo que a gente tem de ter câncer!"

Esse trecho do livro Registros de uma Crohnista tem o mesmo sentimento de alívio que tive quando recebi meu diagnóstico: não é câncer. E a autora tem razão quando escreve "Que medo que a gente tem de ter câncer!", mas se analisarmos friamente, existem tratamentos curativos para alguns tipos de câncer, já para a doença de Crohn e retocolite ulcerativa não.

E vocês? Também pensaram assim?

Esse é o primeiro trecho de livro que compartilharei aqui no blog e também Instagram e Facebook; serão trechos que acredito no poder de informação da mensagem ou até mesmo para alimentar a nossa esperança em dias melhores. Na página do Farmale no Facebook, criei um álbum e se você quiser, poderá acompanhar por lá: https://goo.gl/XE6Kos

Leca Castro 💗 Gratidão pelo livro, pelos seus registros de Crohnista! Gratidão pela sua amizade! São registros que promovem a conscientização sobre as DII, sobre ostomias e contribui muito para o empoderamento dos pacientes e profissionais da saúde.

Para adquirir o livro: https://goo.gl/1cxGWJ

Medicamento biológico e câncer

Estudo de vida real confirma que os medicamentos biológicos utilizados no tratamento da artrite reumatoide não produzem ocorrências ou recorrências de câncer
Segundo pesquisa realizada no Departamento de Medicina do Instituto Karolinska em Estocolmo na Suécia, os pesquisadores por meio do registro nacional de artrite da Suécia (ARTIS) e Registro Sueco Câncer1, atualizaram a avaliação do risco de câncer em pacientes com artrite reumatoide em uso de todos os medicamentos biológicos.
Foram analisados 14.000 pacientes tratados com um primeiro ou segundo medicamento TNFi e 1.693 pacientes tratados com tocilizumab, 1.894 em abatacept e 3.119 em rituximab. Na conclusão o Prof.Johan Askling afirma que  não existe maior risco para desenvolvimento de câncer em pacientes usuários de medicamentos biológicos ou a recorrência em pacientes com história prévia de câncer. O tempo médio de acompanhamento foi de 5 anos, período em que não foram registrados recidivas tumorais em ambos os pacientes.
Informações apresentadas Congresso Europeu de Reumatologia, que aconteceu de 14 a 17 de junho de 2017.
Referência:

1 Wadström H, Frisell T, Askling J on behalf of The ARTIS study group. Overall cancer risk in patients with rheumatoid arthritis treated with TNF inhibitors, tocilizumab, abatacept, or rituximab. EULAR 2017; Madrid: Abstract OP0100 3

Fonte: encontrar.org.br

Os 12 Pedidos dos Pacientes com Doenças Inflamatórias Intestinais

Encontrei esse vídeo na página do Facebook Crohn's & Colitis Uk e conversando com minha amiga Damaris Morais resolvemos fazer uma tradução livre para compartilhar. 

Essa canção faz parte de uma tradição em alguns países. Os doze dias da canção são os doze dias que começam no dia de Natal até o dia antes da Epifania do Senhor (6 de janeiro, ou no Dia de Reis). A Noite de Reis é definida pelo Oxford English Dictionary como "a noite de 5 de janeiro, anterior a Noite de Reis, na véspera da Epifania, oficialmente o último dia das festas de Natal e é observado como um tempo de folia. Então, levando essa explicação para a canção, vocês observarão no vídeo que os pedidos estão em ordem decrescente e por isso, também colocamos aqui dessa maneira, do 12 ao 1, que equivalem ao dia 25 de dezembro até o dia 5 de janeiro. 

A Damaris teve a brilhante idéia de aproveitar a mensagem da canção e deixar o pedido 5 estrelas para cada um de nós: Qual o seu pedido 5 estrelas?

A Canção

Os 12 Pedidos de Natal dos Pacientes com Doenças Inflamatórias Intestinais (doença de Crohn e retocolite ulcerativa):

12) Que a verdade seja dita

11) Que o estigma seja eliminado

10) Que os médicos cuidem de nós 

9) Que tenhamos apoio nas redes

8) Que caminhemos firmes

7) Que banheiros sejam acessíveis

6) Que as selfies mostrem também as barrigas

5) Aqui o seu pedido 5 estrelas

4) Que tenhamos novas perspectivas

3) Que haja investimentos em pesquisas

2) Que haja abraços roxos

1) Um mundo livre de doença de Crohn e retocolite ulcerativa

Meu pedido é nunca mais ver os pacientes sem receber suas medicações em dia. 

Tecpar vai fornecer novos medicamentos ao Ministério da Saúde

O Ministério da Saúde contratou o Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) para o fornecimento de seis medicamentos usados no tratamento de câncer e de artrite reumatoide. A partir do termo de compromisso firmado, o instituto ficará responsável por fornecer de 20% a 50% do volume comprado pela pasta para o Sistema Único de Saúde (SUS) a partir de 2018.
O Termo de Compromisso foi assinado nesta quinta-feira (14), durante a reunião do Grupo Executivo do Complexo Industrial da Saúde (Gecis). A partir de agora, as etapas previstas no programa de Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDP) iniciam com fornecimento de medicamentos ao SUS e a transferência de tecnologia das indústrias farmacêuticas ao Tecpar.
O ministério definiu que o Tecpar vai abastecer 50% do que é usado hoje pelo SUS nos medicamentos Bevacizumabe e Infliximabe; 40% do Trastuzumabe; 30% do Adalimumabe; e 20% do Etanercepte e do Rituximabe. O Trastuzumabe deve ser fornecido no início do segundo semestre de 2018 e o Infliximabe no final do ano que vem – os demais, devido à patente, só serão fornecidos a partir de 2019.

Pacientes enfrentam dificuldades para conseguir remédios de alto custo

Moradora de Tatuí diz que precisa de medicamento para inflamação no intestino que custa R$ 600. Prefeitura afirma que está com dificuldade para encontrar remédio. 

Assistam a reportagem no link: https://goo.gl/GYjTia

Pacientes da região reclamam que enfretam dificuldades para conseguirem medicamentos de alto custo na rede pública para tratamento de diversas doenças mesmo com decisões judiciais a seu favor.

A agente administrativa Anne Caroline Seabra, de Tatuí (SP), por exemplo, conta que tem uma inflamação no intestino e precisa tomar um remédio que custa, em média, R$ 600 para não ter crises de dores. Ela afirma que conseguiu uma decisão judicial de tutela de urgência para adquirir o remédio, porém quando vai retirar o medicamento na rede pública de saúde, não tem a quantia necessária.

“Sem o remédio eu tenho diarreias, sangramento, muita dor abdominal, além de dor no corpo. Quando estou em crise vou mais de 30 vezes no banheiro, é difícil. Eu vivo de doação. Tem grupos em redes sociais de pessoas com a mesma doença que fazem a doação do medicamento, porque não tenho condições de comprar”, explica.

Em nota, a prefeitura de Tatuí confirmou que há pedido judicial do remédio mesalazina em sachê, mas que está com dificuldade para encontrar o medicamento. Disse ainda que tem realizado cotações desde 10 de outubro, porém até o momento conseguiu apenas dois orçamentos de laboratórios e precisa de três para fazer a compra direta.

Em Itapetininga, a faxineira Laudicéia Aparecida dos Santos reclama que não consegue o medicamento para a filha que tem dificuldades para urinar. Uma caixa do remédio custa R$ 400 e a filha precisa de quatro caixas por mês. Sem ele, o acúmulo de urina pode causar infecção na bexiga e nos rins.

“Às vezes não tem o remédio. Quando tem, consigo pegar apenas um. É difícil, pois o medicamento é muito caro. Além do trabalho como faxineira, eu tenho que vender salgados para conseguir comprar o remédio que falta. Gasto mais de R$ 400 por semana com isto”, explica.

Sobre a situação, a prefeitura de Itapetininga disse que o medicamento é fornecido para o paciente conforme a receita aprovada pelo Estado e que o médico solicita um comprimido ao dia, por isso é dado uma caixa contendo 30 comprimidos. Disse ainda que apenas entrega o medicamento que é enviado de Sorocaba.

Registrados medicamentos para câncer e doença autoimune

Novos produtos biológicos vão ajudar pacientes com mieloma, câncer de mama e gástrico. Dois novos biossimilares também foram registrados.

A Anvisa publicou no Diário Oficial da União desta segunda-feira (18/12), o registro de quatro novos medicamentos. Dentre eles, dois são medicamentos biológicos novos e dois são biossimilares.
O Empliciti (elotuzumabe) é o primeiro da classe dos anticorpos monoclonais IgG1 imunoestimulatórios humanizados. Eles atacam a proteína SLAMF7, altamente presente em células de mieloma (independente de anormalidades citogenéticas), e também em células natural killer (células do sistema imune que matam as células infectadas, as mal formadas e as células tumorais).
A atividade imunoestimulatória deste medicamento biológico em combinação com outras drogas traduz-se em aumento de sobrevida, com duração de resposta prolongada para pacientes previamente tratados que apresentem recorrência ou sejam refratários a tratamentos anteriores para mieloma múltiplo.
Doenças autoimunes
O segundo biológico novo é o Taltz (ixekizumabe). Trata-se de um anticorpo monoclonal humano que inibe seletivamente a interleucina-17A, uma citocina pró-inflamatória implicada em uma variedade de doenças autoimunes como a psoríase em placas.
Câncer e artrite reumatoide
Entre os biossimilares, foi publicado o registro do Zedora (trastuzumabe), um biossimilar do Herceptin®. Ele é indicado para câncer de mama metastático, câncer de mama inicial e câncer gástrico avançado.
O outro é o BrenzysTM (etanercepte), aprovado após comprovação da biossimilaridade com o produto Enbrel® PFS. É o primeiro biossimilar da substância etanercepte, indicado, como o medicamento de referência, para redução dos sinais e sintomas e inibição da progressão do dano estrutural em pacientes com artrite reumatoide ativa moderada a grave.
Biossimilares
Os produtos biossimilares são os produtos biológicos registrados pela via de desenvolvimento por comparabilidade, que é a via regulatória utilizada por um produto biológico para obtenção de registro na qual foi utilizado o exercício de comparabilidade em termos de qualidade, eficácia e segurança, entre o produto desenvolvido para ser comparável e o produto biológico comparador.
A legislação utilizada para o registro de biossimilares no Brasil é a Resolução RDC nº 55, de 16 de dezembro de 2010. Devem ser apresentados, dentre outros requisitos, estudos comparativos entre o biossimilar e o produto biológico comparador contendo informações suficientes para predizer se as diferenças detectadas nos atributos de qualidade entre os produtos resultam em impactos adversos na segurança e eficácia do biossimilar. Entenda os conceitos e definições da área e os tipos de medicamentos.
Fonte: ANVISA

Novo tratamento para fístulas na Doença de Crohn

A notícia vem de Portugal, mas é muito bom saber que teremos mais uma opção para o tratamento das fístulas.

CHMP emite opinião positiva para darvadstrocel no tratamento da doença de Crohn
 A Takeda e a TiGenix acabam de anunciar que o Comité dos Medicamentos para Uso Humano (CHMP), da Agência Europeia de Medicamentos (EMA), emitiu uma opinião positiva para a utilização de darvadstrocel. A terapêutica está recomendada para o tratamento de fístulas perianais complexas em pacientes adultos com doença de Crohn luminal não ativa ou ligeiramente ativa, quando as fístulas apresentaram uma resposta inadequada a pelo menos uma terapia convencional ou biológica.
Em comunicado de imprensa, o Professor Julian Panés, presidente da European Crohn's and Colitis Organisation (ECCO) afirma que se trata de “uma opção de tratamento alternativo inovadora e minimamente invasiva”, que representa uma esperança para os “28% de doentes com doença de Crohn que apresentam fístulas perianais, uma “condição grave e debilitante”. Já a Dr.ª María Pascual, VP Regulatory Affairs and Corporate Quality da TiGenix, defende que a avaliação do CHMP reflete a “maturidade” e o “potencial” da terapêutica para oferecer novas abordagens a uma condição difícil de tratar.
A opinião positiva do CHMP foi baseada nos resultados do estudo de fase III ADMIRE-CD da TiGenix, um ensaio randomizado, controlado, projetado para avaliar a eficácia e segurança de darvadstrocel. Os resultados às 24 semanas foram publicados no jornal The Lancet e mostraram que a terapêutica alcançou superioridade estatisticamente significativa em relação ao grupo de controle no ponto final de eficácia primário da remissão combinada.

Fonte: NEWS FARMA PORTUGAL

Cirurgia nas doenças inflamatórias intestinais

Post com informação e lembrança da minha cirurgia.

@Regranned from @farmale - Os objetivos do tratamento cirúrgico na DC visam melhorar os sintomas e ao mesmo tempo preservar o comprimento intestinal e a função absortiva. Esses objetivos são baseados no fato de a doença ser incurável e afetar, em sua grande maioria, pacientes jovens. Além disso, acima de 70% dos pacientes irão precisar de algum tipo de intervenção cirúrgica. Portanto, uma visão a longo prazo deve ser sempre considerada, evitando procedimentos que colocam em risco a função intestinal. Desse modo, se um segmento intestinal acometido não for responsável por hemorragia, perfuração, obstrução ou doença malígna, este deve ser poupado de qualquer procedimento cirúrgico.

Em geral, as indicações cirúrgicas na DC são classificadas em: falha do tratamento clínico, complicacões agudas e crônicas relacionadas à doença. Várias técnicas cirúrgicas são utilizadas no tratamento cirúrgico da DC incluindo ressecções intestinais e estenoplastias. A doença pode atingir a região perianal em um número significativo de pacientes e a conduta cirurgíca deve ser mais conservadora sempre que possível. Fonte: Moreira AL. Tratamento cirúrgico na doença de Crohn. Revista Hospital Universitário Pedro Ernesto. 2012;11(4):46-51. Site do Dr Andre da Luz Moreira (excelente médico): www.andreluzmoreira.com 

Essa cicatriz é minha 😉.    Primeira (2013) cirurgia de emergência para retirada de parte do intestino delgado após uma perfuração. Área já muito lesionada das estenoses que não respondia mais a medicação. Desde a cirurgia em 2013 estou em remissão. Segunda (2014) cirurgia para consertar os problemas com a cicatrização, retirada da vesícula e de "brinde" um umbigo novo e uma cicatriz melhorada. 😆