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Baixo risco de câncer na bolsa ileal após anastomose ileorretal na retocolite ulcerativa

Risco de câncer na bolsa ileal não é elevado após anastomose ileorretal na retocolite ulcerativa
Pacientes submetidos a anastomose ileorretal com bolsa ileal após a ressecção colorretal para o tratamento da retocolite ulcerativa não apresentam aumento do risco de câncer extra-intestinal, informam pesquisadores dinamarqueses.
"Foi interessante e reconfortante descobrir que o risco global (total) de câncer após a anastomose ileorretal com bolsa ileal na retocolite ulcerativa foi comparável ao da população geral", disse o Dr. Anders Mark-Christensen do Aarhus Universistethospital, na Dinamarca, à Reuters Health por e-mail.
"A descoberta mais interessante – embora não cause surpresa – foi o baixíssimo risco de câncer da bolsa ileal".
A mucosa residual deixada na zona de transição anal e o coto retal pode apresentar persistência do risco de câncer após a anastomose ileorretal com bolsa ileal, e o risco de câncer extra-intestinal entre os pacientes com retocolite ulcerativa parece ser ligeiramente superior ao da população geral. O risco de câncer após a colectomia e a anastomose ileorretal com bolsa ileal permanece incerto.
O Dr. Mark-Christensen e colaboradores investigaram o risco de câncer, concentrando-se no câncer da bolsa ileal, em 1.723 pacientes com anastomose ileorretal com bolsa ileal pareados a 8.615 pessoas da população geral. O estudo foi publicado on-line em 3 de agosto no periódico Journal of Crohn's and Colitis.
Durante um acompanhamento médio de 12,9 anos, apenas dois pacientes (0,12%) com anastomose ileorretal com bolsa ileal tiveram diagnóstico de câncer de bolsa ileal, uma incidência de 8,4 casos por 100.000 pessoas-ano. Comparativamente, três tipos de câncer de intestino delgado ocorreram na população geral, uma incidência de 2,6 casos por 100.000 pessoas-ano. A incidência geral de qualquer tipo de câncer não diferiu significativamente entre o grupo da anastomose ileorretal com bolsa ileal e a população geral.
Os pacientes com anastomose ileorretal com bolsa ileal tiveram maior risco de câncer hepatobiliar, mas este achado perdeu relevância após a exclusão dos pacientes com colangite esclerosante primária no momento do diagnóstico de câncer. Os pacientes com anastomose ileorretal com bolsa ileal também tiveram maior risco de câncer de pele (exceto melanoma) sem significado estatístico.
Os tipos de câncer relacionados com o tabagismo foram 30% menos comuns entre os pacientes com anastomose ileorretal com bolsa ileal do que na população de fundo, mas essa estimativa foi baseada em poucos casos.
"Um número crescente de evidências sugere que o risco de apresentar câncer da bolsa ileal seja extremamente baixo", disse o Dr. Mark-Christensen. "Em termos gerais, existem vários argumentos contra o rastreamento desses tipos de câncer na população submetida à anastomose ileorretal com bolsa ileal: primeiro, a história natural do câncer de bolsa ileal é praticamente desconhecida, por isso não está claro se existe uma janela de oportunidade terapêutica antes do câncer se tornar sintomático, durante a qual o tratamento melhoraria o prognóstico. Esta suposição deve ser verificada até mesmo antes de se considerar o rastreamento. Em segundo lugar, uma quantidade notável (do número geral extremamente baixo) dos casos de câncer da bolsa ileal não são visíveis pela endoscopia, então esta não é, de modo algum, uma boa ferramenta de triagem!"
"Como mencionamos em nosso trabalho, o rastreamento seletivo – em vez de geral – do câncer da bolsa ileal no subgrupo dos pacientes submetidos à anastomose ileorretal com bolsa ileal (por exemplo, aqueles com colangite esclerosante primária, história de câncer colorretal, história familiar de câncer colorretal, etc.) pode ser razoável, mas também não sabemos se essa abordagem beneficia os pacientes", concluiu.
Fonte: Medscape
O artigo: Anders Mark-Christensen, Rune Erichsen, Søren Brandsborg, Jacob Rosenberg, Niels Qvist, Ole Thorlacius-Ussing, Jens Hillingsø, Jørn Helmut Pachler, Erica Gould Christiansen, Søren Laurberg; Long-term Risk of Cancer Following Ileal Pouch-anal Anastomosis for Ulcerative Colitis, Journal of Crohn's and Colitis, Volume 12, Issue 1, 5 January 2018, Pages 57–62, https://doi.org/10.1093/ecco-jcc/jjx112

Nota de esclarecimento do GEDIIB sobre a vacinação de Febre Amarela

A incidência de febre amarela vem se ampliando no Brasil (2016/2017), causando uma epidemia principalmente nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Espirito Santo, embora existam casos notificados nas regiões Centro Oeste e Norte, cujo impacto foi a necessidade de ampliação do programa de vacinação para febre amarela (VFA) em todo o país.
Segundo a OMS (05/2013) uma única dose da VFA seria o suficiente para conferir proteção ao longo da vida (oposta à recomendação anterior de 10 anos), mas somente a partir de abril de 2017, o Brasil passou a indicar dose única.  A disseminação rápida da doença tornou necessária a ampliação de vacinação em diversos estados e cidades de risco no Brasil e promoveu uma mudança no tipo de vacina ofertada pelo Governo Brasileiro (vacina fracionada), que continua com o mesmo tipo de cepa, mas a manutenção de imunização do indivíduo ocorreria somente até 8 anos após sua realização, sem comprometer sua eficácia e mesmo o possível surgimento de possíveis efeitos adversos.Importante ressaltar que a vacina quando utilizada pela primeira vez (primo vacinação), tem maior chance de desenvolver efeitos adversos do que a dose de reforço. Embora 90% dos casos de febre amarela sejam oligossintomáticos/assintomáticos, a sua sintomatologia pode ser leve, moderada, grave e maligna. Esta última apresenta taxa de mortalidade de cerca de 50% a 60%, semelhante a dos efeitos adversos graves relacionados a vacina.Também é importante sabermos que independente da cepa existente na vacina, a presença de imunossupressão incorre em risco de replicação do micro-organismo atenuado, com infecção invasiva, potencialmente letal, e deve ser evitada.Neste momento muita dúvida tem surgido sobre quais os pacientes com DII que se beneficiariam com a vacinação e em que casos estaria contraindicada. 

O GEDIIB tem participado de discussões com a Sociedade de Reumatologia e integrantes da Sociedade Brasileira de Infectologia visando traçar recomendações conjuntas, e algumas destas serão descritas na nota de esclarecimento. Entretanto, ainda existem situações conflitantes entre as recomendações atuais da OMS e as regulamentações oficiais de diferentes países (Inglaterra, França) e a Sociedade Europeia de DII, a ECCO no que se refere a imunização com vírus vivo atenuado, onde se inclui a vacina para febre amarela.

Adalimumab tem nova apresentação em Portugal

Já disponível adalimumab 80 mg/0,8 ml como terapêutica de indução alternativa
A AbbVie anunciou recentemente o lançamento de adalimumab 80 mg/0,8 ml, uma apresentação concebida como alternativa no início da terapêutica nas indicações aprovadas - psoríase, hidradenite supurativa, doença de Crohn, doença de Crohn pediátrica, colite ulcerativa e uveíte.
Tal como com a formulação de adalimumab 40 mg/0,4 ml, que a AbbVie lançou em 2016, também os excipientes e o citrato foram eliminados. A nova formulação contém o dobro do volume e da dosagem de adalimumab 40 mg/0,4 ml e a mesma substância ativa, adalimumab. A eficácia e o perfil de segurança mantêm-se inalterados. Adalimumab 80 mg/0,8 ml está agora disponível em Portugal.
"O lançamento da formulação de adalimumab 80 mg/0,8 ml salienta o nosso empenho constante em melhorar a oferta para os doentes através da investigação e do desenvolvimento”, afirma o Dr. Carlo Pasetto, diretor geral da AbbVie Portugal. “Continuamos empenhados na inovação na área da Imunologia e na exploração contínua de diversas tecnologias e dispositivos cujo objetivo último é melhorar a experiência terapêutica em que doentes e médicos confiam há mais de 14 anos”.
Graças a avanços tecnológicos, a AbbVie eliminou em 2016 o citrato da formulação de adalimumab 40 mg/0,4 ml, depois de os resultados de estudos principais terem revelado uma redução média de 84% da dor no local da injeção imediatamente após a administração de adalimumab 40 mg/0,4 ml em relação a adalimumab 40 mg/0,8 ml. Embora o atual regime posológico aprovado se mantenha igual, adalimumab 80 mg/0,8 ml constitui um avanço planeado, concebido especificamente para ser usado como dose de carga durante o período de indução, nas indicações aprovadas. O uso desta apresentação reduz para metade o número de injeções necessárias, na indução, para as indicações aprovadas.
“Adalimumab 40 mg/0,4 ml permitiu uma redução da dor no local da injeção e é consistente com o historial de eficácia e o perfil de segurança de adalimumab”, explica o Dr. Eduardo Ribeiro, diretor médico da AbbVie Portugal. “Ter atualmente acesso à formulação 80 mg/0,8 ml como dose inicial significa que os doentes irão precisar de menos injeções no início da terapêutica”.
Fonte: NEWSPHARMA

Ustequinumabe para Doença de Crohn

Aprovado novo tratamento para doença de Crohn no Brasil
Uma nova terapia para a #doençadeCrohn acaba de ser aprovada no país pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (#Anvisa). #Ustequinumabe, fabricado pela farmacêutica #Janssen, amplia as opções de terapia para os pacientes que sofrem da doença. As indicações aprovadas no Brasil são tanto para quem falhou ou não tolerou tratamentos com um ou mais #antiTNFs (anti fator de necrose tumoral) como para pacientes que nunca tiveram falha com outros anti-TNFs, mas que falharam ou demonstraram intolerância ao tratamento com #corticosteroides.

Com um mecanismo de ação inovador, ustequinumabe alivia os sintomas da doença de maneira rápida e mantém a resposta por um período de tempo prolongado. Outro diferencial do medicamento é a comodidade posológica – após dose única de indução endovenosa, é necessária apenas uma aplicação subcutânea a cada três meses. “A doença de Crohn é uma condição complexa de tratar e nem todas as terapias funcionam para todos os pacientes. A aprovação de uma nova opção terapêutica com mecanismo de ação alternativo representa um importante avanço no tratamento, tanto para os pacientes que nunca fizeram uso de #biológicos quanto para aqueles que não conseguiram bons resultados com terapias anteriores”, explica o gastroenterologista do Hospital Israelita Albert Einstein, Flavio Steinwurz.
De acordo com a gastroenterologista Cristina Flores, do Hospital das Clínicas de Porto Alegre – um dos sete centros brasileiros que participou do ensaio clínico sobre ustequinumabe para Doença de Crohn –, a rápida resposta do organismo ao medicamento, observada já na terceira semana de tratamento, e a ausência dos sintomas da doença por um longo tempo melhoram a qualidade de vida do paciente, sobretudo daquele já sem esperança de melhora.
Resultados de ensaios clínicos
Estudos clínicos do medicamento, que envolveram mais de 1.300 pacientes em diversos países, incluindo o Brasil, mostraram que a maioria dos pacientes tratados com ustequinumabe mantiveram a resposta ao tratamento e obtiveram a remissão da doença (sem sintomas), para a qual ainda não existe cura, por até dois anos[1].

O estudo UNITI-1, que avaliou ustequinumabe em pacientes que não haviam obtido sucesso com a terapia biológica (bloqueadores de TNF), demostrou que 34% destes pacientes atingiram resposta clínica (alívio significativo dos sintomas) em apenas seis semanas após receberem uma única infusão intravenosa de ustequinumabe. Este resultado sobe para 56% no estudo UNITI-2 que avaliou o medicamento em pacientes que nunca tinham recebido terapia biológica.
Em ambos os estudos a maioria dos pacientes que responderam à dose inicial e continuaram o tratamento com doses de manutenção por via subcutânea a cada 8 ou 12 semanas, estavam em remissão após um ano de acompanhamento.
[1] Sandborn W, Rutgeerts P, Gasink C et al. Long term efficacy and safety of ustekinumab for Crohn’s disease: Results from IM-UNITI Long-Term Extension through 2 years. Annual Congress of the European Crohn’s and Colitis Organisation (ECCO 2017); 15-18 February, 2017; Barcelona, Spain; Abstract A-1285.


Fonte: Cision

Doenças inflamatórias intestinais

Doenças inflamatórias intestinais: as novidades e os desafios

"De uma hora para outra, o sujeito, em geral jovem, começa a perder peso, sentir dores abdominais e ter diarreias constantes. Embora esses não sejam sintomas específicos, muitas vezes é assim que se manifestam as doenças inflamatórias intestinais (DII), conjunto de distúrbios cuja incidência vem crescendo mundo afora. “Não há estudos epidemiológicos no Brasil, mas notamos na prática um aumento nos casos, em parte pela melhora no diagnóstico, em parte por razões ainda não totalmente esclarecidas”, contextualiza a gastroenterologista Didia Cury, da clínica Scope, em Campo Grande (MS).

A médica, que realiza pesquisas em parceria com a Universidade Harvard, nos Estados Unidos, organizou um simpósio internacional na capital sul-matogrossense para discutir, com outros especialistas, novidades e aspectos pouco conhecidos da doença de Crohn e da retocolite ulcerativa, os tipos mais comuns do transtorno. “A retocolite ataca mais o intestino grosso, enquanto o Crohn pode afetar o sistema digestivo da boca ao ânus e também outros locais, como pele, olhos e articulações”, explica as diferenças o gastroenterologista Jaime Gil, do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo.

A teoria mais aceita é que a inflamação crônica é resultado de uma reação exagerada do sistema imune à flora intestinal. Como nem sempre os sintomas são claros, não é raro ver gente levando dez anos para receber o diagnóstico, atraso que compromete a qualidade de vida. Com a meta de educar mais a população sobre o tema, elencamos agora os pontos quentes recém-debatidos no evento.

Novas armas com mais foco

Até pouco tempo atrás, havia poucos fármacos disponíveis para tratar os casos mais complicados de DII. Chegaram, então, medicamentos inovadores, os anticorpos monoclonais, com a missão de inibir moléculas específicas por trás da inflamação crônica – um dos principais é o anti-TNF. Nem sempre, porém, eles atingiam o resultado esperado e ainda impunham efeitos colaterais. É aí que entra a nova geração dessas medicações (caso do vedolizumabe e do ustequinumabe), concebidas para agir apenas no local afetado pela doença, o que reduz riscos e melhora a eficiência da terapia.

Hoje, os anticorpos são indicados em quadros moderados e severos, mas se discute uma mudança de abordagem. “Estamos prescrevendo essas substâncias mais cedo porque elas parecem ser mais eficazes nos primeiros anos do que depois de uma década com o problema”, conta Alan Moss, gastroenterologista e pesquisador de Harvard.

De olho na tuberculose

Quem toma medicamentos imunossupressores, caso do próprio anti-TNF, está mais sujeito a desenvolver essa infecção. “Já é uma praxe procurar o micro-organismo nos portadores de doença inflamatória intestinal, mas nem sempre esse rastreamento é efetivo e refeito ao longo da vida”, diz o patologista Julio Croda, da Fundação Oswaldo Cruz, um dos palestrantes do evento.

A demora no diagnóstico nesses casos traz complicações potencialmente fatais. “Sem contar que contribui para a transmissão da tuberculose, que hoje mata mais que a aids por aqui”, aponta Croda. O pesquisador estudou pacientes em tratamento de DII na clínica Scope e descobriu que 3,8% deles tinham o bacilo no sangue, incidência proporcionalmente maior que a da população em geral.

Por que o divã é bem-vindo

Estresse e ansiedade fora de controle favorecem as crises nas doenças inflamatórias intestinais. Na via oposta, essas condições por si podem gerar angústia, irritação e medo, dificultando o convívio social e alimentando quadros depressivos. Para se blindar dessa situação, que atrapalha o próprio contra-ataque à DII, especialistas indicam um acompanhamento psicológico.

“A doença impõe solidão, e o estresse emocional precisa ser administrado antes que impacte na manifestação dos sintomas”, explica a psicóloga Daisy Maldaun, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), autora de um livro recém-lançado que traça o perfil psicológico das pessoas com DII. Além da terapia, meditação e ioga são técnicas recomendadas para ajudar na manutenção do equilíbrio mental, tão importante para o sucesso do tratamento.

Homeopatia ajuda?

A busca pela medicina alternativa costuma ganhar força quando os remédios tradicionais falham no socorro ao intestino, o que não é tão raro de acontecer. Daí a proposta da homeopatia de aliviar certas manifestações na DII. “O método foca no indivíduo como um todo e traz um olhar cuidadoso que faz diferença na percepção e no trabalho com os sintomas da doença”, diz Gilson Roberto, psicólogo e homeopata de Porto Alegre e um dos participantes do simpósio.

O tema, no entanto, ainda gera controvérsia. “Não há evidência científica de que a homeopatia funcione na DII e práticas não comprovadas podem gerar frustração e prejudicar a adesão ao tratamento convencional”, contrapõe Jaime Gil. Na dúvida, o melhor a fazer é conversar com o especialista e jamais abandonar as medicações anteriormente prescritas.

E a fertilidade, como é que fica?

Esse assunto nem sempre é discutido no consultório ao longo do tratamento, mas deveria. Isso porque a inflamação crônica – e até os fármacos que a combatem – pode comprometer a capacidade reprodutiva de homens e mulheres com DII. Quando o problema atinge o cólon (no intestino grosso), por exemplo, chega a repercutir em regiões como o útero, onde o óvulo fecundado se aninha para dar origem ao embrião.

Já na ala masculina, o uso de alguns medicamentos está relacionado a uma baixa na velocidade dos espermatozoides. “A DII afeta especialmente pessoas em idade reprodutiva que, com medo e sem informação, adiam os planos de ter filhos. Só que, quanto mais o tempo passa, maior é a queda na taxa de fertilização”, analisa Didia. Felizmente, com acompanhamento médico, é possível, sim, garantir a continuidade da família.

Para flagrar mais cedo

Uma das ameaças que a turma com DII enfrenta é o maior risco de câncer colorretal. “Isso porque, com o tempo, a inflamação constante favorece alterações nas células que ficam nas paredes do intestino. E essas pequenas lesões podem evoluir para um tumor”, resume o coloproctologista Guilherme Cutait, da Universidade de São Paulo (USP).

A boa notícia é que, com a nova safra de aparelhos endoscópicos e outros métodos de imagem, dá para detectar mais precocemente essas feridinhas com potencial de virarem malignas no futuro. E mais: na endoscopia, dá até para remover os pontos suspeitos durante o próprio exame. “Só que estamos falando de tecnologias de ponta que ainda não estão disponíveis em todos os lugares do país”, pondera o gastroenterologista Alexandre Carlos, também da USP.

O que o futuro reserva

Existem três promessas à vista. Uma delas vem de estudos com comprimidos de uso diário para controlar a doença – baita vantagem se pensarmos que os anticorpos monoclonais atuais dependem de injeções periódicas. Já a terapia com células-tronco tenta fazer uma correção no sistema imune para ele parar de agredir o aparelho digestivo. “Só que esse método parece beneficiar um grupo pequeno de pacientes, além de o efeito ser temporário”, conta Alan Moss, que testou a técnica em Harvard.

Por fim, há o transplante fecal, a transposição de bactérias de uma flora saudável para o intestino doente. Moss está avaliando essa opção e adianta que ela esbarra, por ora, no mesmo problema de uma resposta de curta duração. A chave, diz o pesquisador, é investigar mais para entender melhor esses males. “Eles têm mecanismos diferentes e pedem uma abordagem individualizada.”

Novo Tratamento Oral em Estudo para Doença de Crohn

AbbVie Anuncia Resultados Positivos de Pesquisa Clínica de Fase 2 com Novo Tratamento Oral (Upadacitinibe) em Estudo para Doença de Crohn

  • São positivos os resultados de pesquisa clínica em fase 2 em pacientes com doença de Crohn, ativa moderada a grave, sendo a maioria com falha a tratamentos anteriores com dois ou mais biológicos. Resultados promissores de estudo de fase 2 fundamentam o avanço para fase 3 da pesquisa clínica
  • O perfil de segurança de upadacitinibe neste estudo com pacientes de doença Crohn foi consistente com o perfil de segurança verificado em estudos clínicos, com pacientes de artrite reumatoide.



Maio de 2017 -  A companhia biofarmacêutica global AbbVie anuncia resultados promissores do estudo CELEST, de fase 2, para avaliação de upadacitinibe (ABT-494), um inibidor oral seletivo de JAK1, em pacientes adultos com doença de Crohn ativa moderada a grave.  Estes dados foram apresentados durante o Congresso Digestive Disease Week® 2017 (Chicago, EUA; 6-9 de maio de 2017). JAK1 é uma proteína que tem papel fundamental na ativação da doença.

"Crohn é uma doença crônica, séria, com sintomas e complicações que podem ter um grande impacto na vida dos pacientes; novos tratamentos são necessários para melhorar o prognóstico para muitos dos que vivem com a doença”, disse  o médico William Sandborn, pesquisador e diretor do estudo, e Chefe do Centro de Doenças Inflamatórias Intestinais e Professor de Medicina da Universidade da Califórnia, em San Diego, EUA. “O estudo CELEST incluiu pacientes com a doença de Crohn, em estágio difícil de tratar, e que tenham falhado aos tratamentos anteriores com dois ou mais medicamentos biológicos.  Estes resultados positivos fundamentam o avanço do estudo para a fase 3, para explorar mais profundamente o potencial da nova opção de tratamento  que pode atender necessidades ainda não supridas de pessoas que vivem com esta doença complexa”. 

Alopurinol, medicamento usado para reduzir o ácido úrico, ameniza colite induzida por S. cerevisiae em camundongos

"Um medicamento comercializado para tratar gota também pode reduzir os sintomas de doenças inflamatórias intestinais (DII) e da doença de Crohn, disseram pesquisadores nesta quarta-feira.
O estudo, publicado na revista Science Translational Medicine, descobriu que uma cepa da levedura Saccharomyces cerevisiae pode viver no intestino e piorar a dor, diarreia e cólicas associadas a distúrbios inflamatórios intestinais, que não têm cura.
Esta levedura, utilizada na produção do pão e da cerveja, "agravou o dano intestinal em ratos com colite", e também causou níveis mais elevados de ácido úrico no intestino, disse o estudo. Mas quando os ratos receberam alopurinol - uma droga que está no mercado desde 1966 e é usada para tratar a gota, ao reduzir a quantidade de ácido úrico - a doença intestinal desapareceu.
A autora principal do estudo, June Round, da Universidade de Utah, disse que alguns médicos já prescreveram alopurinol para pacientes com gota e com doença de Crohn, e perceberam que este aliviava os sintomas de ambas.
Mas estas observações devem ser seguidas de ensaios clínicos para avaliar a sua eficácia contra a doença inflamatória intestinal, disse Round. "Acho que está nas mãos dos clínicos neste momento experimentá-la em seus pacientes". O alopurinol está na lista de medicamentos essenciais da Organização Mundial da Saúde. Os efeitos colaterais podem incluir erupção cutânea, febre, dor de garganta, vômitos e diarreia." Fonte: UOL Notícias - Ciência e Saúde


Vamos entender melhor a pesquisa:

Dia dos namorados, doença de Crohn e Todo Mundo Odeia o Chris

A maioria dos países do hemisfério norte, além de países da América Latina como Argentina, Chile e Uruguai, celebra no dia 14 de fevereiro, o dia de São Valentim, ou Valentine’s Day. 

Graças à globalização e à internet, a data em questão não passa despercebida no Brasil. Mas por aqui, como vocês já sabe bem, é em 12 de junho que as flores, os chocolates e os presentes em geral são trocados entre os parceiros apaixonados. O motivo dessa data ter sido escolhida como Dia dos Namorados, no entanto, tem menos a ver com o romantismo e com os santos – e mais a ver com dinheiro.

Aqui, 15 de fevereiro o pessoal está mais focado no carnaval, então, o dia dos namorados não seria lucrativo nessa data por aqui. Em junho já estamos curtindo o clima de inverno, quando os casais partem para lugares frios do Brasil, essa época o turismo nas regiões serranas ferve!

Mais algumas informações sobre a data aqui no Brasil:

Foi por obra do publicitário João Dória, pai do atual prefeito de São Paulo, que 12 de junho passou a ser marcado todo ano nas agendas dos românticos brasileiros.

A escolha da data aconteceu em 1945, com a percepção de que junho era um mês fraquinho para o comércio – o Dia das Mães era passado, e a próxima comemoração seria apenas em agosto, com o Dia dos Pais.

Tudo bem – a data final foi escolhida pela proximidade com o dia de Santo Antônio, o santo “casamenteiro”, no dia 13 de junho. O que impulsionou a consolidação do dia, porém, foram interesses principalmente comerciais – tanto que, em seu primeiro ano, a data tinha um slogan: “Não é só com beijos que se prova o amor”. Em outras palavras, “por favor, COMPREM!”.


Se pode servir de consolo, no entanto, o dia de São Valentim também não tem origens muito bonitinhas, não. Em entrevista à NPR, o historiador da Universidade do Colorado Noel Lenski explica que, entre 13 e 15 de fevereiro, os romanos celebravam a festa pagã de Lupercalia. Na ocasião, era comum não só o sacrifício de animais como cabras e cachorros, como também a existência de uma fila de mulheres para serem agredidas pelos homens que realizavam esses sacrifícios. Para elas, essa agressão poderia torná-las férteis.

Com a chegada do cristianismo, porém o dia de São Valentim acabou sendo usado pela Igreja para acabar com a tal Lupercalia. Ao longo da história, autores como Shakespeare e Chaucer usaram a data cristã de forma romântica em suas obras – contribuindo para popularizar de vez o Valentine’s Day.

Fonte: M de Mulher 

Agora vamos ao assunto do momento! Principalmente para os pacientes de doenças inflamatórias intestinais (doença de Crohn e retocolite ulcerativa): Tyler James Williams revela tratamento para doença crônica. Ator de "Todo Mundo Odeia o Chris" revelou a enfermidade em publicação emocionada para homenagear a namorada: "Feliz Dia dos Namorados"

Na tarde desta terça (14), o ator Tyler James Williams, mais conhecido pelos fãs brasileiros como o Chris de Todo Mundo Odeia o Chris (2009), publicou uma bonita mensagem de Dia de São Valentim para a sua namorada Anastasia Baranova. Nada surpreende, não é mesmo? Afinal, a data equivale ao nosso Dia dos Namorados.

Surpreendentemente, o artista aproveitou a oportunidade para revelar que foi diagnosticado com a Doença de Crohn, uma enfermidade crônica e inflamatória do trato gastrointestinal que não tem cura e, caso não seja controlado, pode provocar diarreias, cólicas abdominais e febre, entre outros sintomas — em alguns casos, é necessário fazer uma cirurgia de emergência.

Tyler James Williams conta como Anastasia passou os últimos seis meses o acompanhando em visitas médicas e internações hospitalares, sem nunca reclamar ou deixá-lo sozinho:
 “Ela me acompanhou em sete visitas à emergência do hospital nos últimos seis meses, em cinco longas internações e em um voo ‘bate e volta’ ao outro lado do país. Falou, discutiu e argumentou em meu benefício com mais médicos do que consigo contar, deixou o trabalho de lado, me manteve mentalmente motivado e otimista, não importando o quão desconfortável era o procedimento pelo qual eu estava passando naquele dia e em momento algum deixou o meu lado“, contou.  
“Alerta de textão, mas confiem em mim, você vai querer ler isso: eu nunca consigo acertar essa foto e, todas as manhãs pelos últimos dois meses, eu fico frustrado porque nunca consigo capturar o que eu estou vendo”, começa a mensagem publicada por Tyler James William. “Para os que não sabem, eu estou entrando e saindo de hospitais há dois meses graças ao diagnóstico da Doença de Crohn. Essa mensagem não é sobre mim, então pesquise se você ficou curioso para entender a enfermidade e saiba que eu estou me sentindo melhor e a caminho da recuperação.”
Na sequência, o rapaz começa a elogiar a companheira:
 “Este post é sobre a mulher deitada nessa cama. Ela fez um total de sete viagens ao pronto socorro nos últimos seis meses, cinco longas estadias no hospital, um voo bate-e-volta e já argumentou em meu benefício com mais médicos do que eu consigo contar, tomou conta do meu cachorro — tanto, que agora eu acho que ele gosta mais dela do que de mim — recusou ofertas de trabalho, me manteve mentalmente motivado e positivo, não importa o procedimento desconfortável pelo qual eu estava passando naquele dia, e sempre ficou ao meu lado. Ela dormiu em sofás de hospitais, mas quando não tinha um sofá ela conectava duas cadeiras e, quando não tínhamos cadeiras, ela estendia um cobertor e dormia no chão do pronto socorro. Tudo para que, não importasse a circunstância, eu nunca acordasse sozinho num ambiente desconhecido e desconfortável“, escreveu o ator.
“Chamá-la de uma ‘boa’ mulher seria um insulto, assim como essa foto é um insulto à beleza se você não leu a legenda. Como jovens adultos, nós passamos a maioria do nosso tempo tentando encontrar algum senso de paz e estabilidade no meio deste mundo caótico. Ela é minha e, todas as manhãs, quando meus olhos se abrem, o sol nasce e eu vejo esta vista estonteante, eu sei que não importa o que aconteça com o meu corpo, pois tudo estará bem“, escreve o profissional. “Feliz Dia dos Namorados“, termina o rapaz.
Fonte: Veja SP 



A repercussão dessa notícia tem sido gigante aqui no Brasil e pelo mundo. Isso é ótimo, pois traz visibilidade para as doenças inflamatórias intestinais. Hoje mesmo uma amiga me enviou uma mensagem sobre o assunto, disse que lembrou de mim. E vamos conscientizando por aí!

Aproveitando o clima de dia dos namorados mais a DII e o bom humor que não pode faltar nessa vida de paciente crônico, fiz esse quadrinho sobre os barulhos que a nossa barriga faz e algumas vezes são tão altos que as vezes nos deixam com vergonha. Quem nunca passou por isso? Então vamos manter o bom humor para vida ficar mais leve.


Saúde incorpora certolizumabe pegol para tratamento da Doença de Crohn

O objetivo é amenizar os sintomas e melhorar a qualidade de vida dos pacientes, além induzir a remissão clínica e a prevenção de recorrências da doença


O Ministério da Saúde acaba de incorporar o medicamento Certolizumabe Pegol para tratamento da Doença de Crohn, no nível moderado a grave, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). A decisão, publicada no Diário Oficial da União (D.O.U) desta quinta-feira (05/01/17), atualiza o Protocolo Clínico de Diretrizes Terapêuticas (PCDT) dessa enfermidade, modernizando os tratamentos médicos com as devidas orientações em relação aos critérios, melhores formas de atuação e dosagem do remédio para cada caso.

A Doença de Crohn é uma doença inflamatória que pode afetar qualquer parte do tubo digestivo, desde a boca até o ânus, e tem origem ainda não conhecida. Pacientes com o estágio moderado a grave usualmente estão com a saúde bastante comprometida e apresentam um ou mais dos seguintes sintomas: febre, perda de peso, dor abdominal acentuada, anemia e diarreia frequente. Com esse novo medicamento, a expectativa é amenizar os sintomas e melhorar a qualidade de vida do portador da doença.

Justiça determina que a União e o Estado da Bahia forneçam medicamentos a paciente com Doença de Crohn

O juiz federal da 2ª Vara da Subseção de Vitória da Conquista Fábio Stief Marmund, em ação civil pública movida pelo MPF determinou que a União e o Estado da Bahia forneçam os medicamentos mesalazina e mercaptopurina para tratamento da enfermidade “Doença de Crohn”, da paciente Rosângela Novais, de acordo com prescrição médica do Hospital Edgard Santos, sob pena de multa de R$1 mil por dia de atraso.

Rosangela Novais, sem condições financeiras, formulou representação ao MPF por necessitar dos medicamentos de alto custo já que o SUS não atendeu seu pedido. Após requisições do MPF, o Estado passou a fornecê-los de forma não regularizada e com interrupções até a suspensão, por falta de determinação expressa da Justiça.


Foi deferida a antecipação dos efeitos da tutela tendo em vista que o STF, no julgamento de demanda de natureza semelhante, deferiu o pedido de fornecimento de medicamento excepcional, reconheceu que o direito à saúde é um direito público subjetivo assegurado à generalidade das pessoas, que conduz o indivíduo e o Estado a uma relação jurídica obrigacional, impondo aos entes federados um dever solidário de prestação positiva.

Chegou Azatioprina na RIOFARMES



A Suelen Valentim esteve hoje na RIOFARMES da Praça Onze e trouxe uma ótima notícia para quem está esperando pela azatioprina: Chegou!

Link no Facebook: http://migre.me/uBvEG

Proposta da Anvisa tenta agilizar autorização de pesquisas

Matéria de 30 de julho de 2014 e observem que a mudança não chegou, pois o vedolizumabe chegou esse ano aqui no Brasil.


Compartilho algumas partes da matéria e o link para que você leia por completo:

Um levantamento da Abracro, associação que reúne as Organizações Representativas de Pesquisas Clínicas, analisou 85 protocolos de estudos que foram submetidos para análise na agência entre janeiro de 2013 e março de 2014. Desses, apenas doze foram aprovados e o prazo médio para o parecer final foi de 245 dias.

4. Doença de Crohn e retocolite ulcerativa













As doenças: Trata-se de duas doenças inflamatórias intestinais. A doença de Crohn é caracterizada por um processo de inflamação e ulceração nas camadas profundas da parede intestinal, principalmente do intestino delgado e do cólon. Já a retocolite ulcerativa é uma inflamação do revestimento interno do cólon ou do reto. 

O medicamento: O vedolizumabe é um medicamento biológico que pode ser oferecido a pacientes que não respondem às terapias convencionais. "Ele não é mais eficaz do que os disponíveis atualmente, mas é uma opção a mais para pessoas com essas doenças", diz o gastroenterologista Flávio Quilici, professor da PUC-Campinas. De acordo com o médico, atualmente no Brasil há três medicamentos biológicos para tratar essas moléstias. "Como as doenças são crônicas e os pacientes precisam tomar remédio a vida toda, pode acontecer de eles se tornarem resistente ao medicamento. Daí a importância de novas drogas", diz. 

Link para ler a matéria toda:

Mais links úteis:
Sobre o lançamento em 2014: http://migre.me/uBmi7



A Swimmer With Crohn's Disease Has Made It to The Olympics

A doença de Crohn sendo destaque em diversos jornais internacionais. 

Uma doença rara que vem ganhando destaque mundialmente. 

O que isso tem de bom? 

Estamos saindo da escuridão!

Mais e mais pessoas conhecendo sobre as doenças inflamatórias intestinais. 

Conscientizando mais pessoas sobre as DII. 

Profissionais de saúde mais atentos aos pacientes com sintomas comuns nas DII.

‪#‎Esperança de dias melhores sempre!



Novidade no tratamento das doenças inflamatórias intestinais

Fiquem ligados nas últimas notícias em DII! Use a hashtag ‪#novidadesdii e fique sabendo das novidades no tratamento das DII (Doenças Inflamatórias Intestinais).



Em breve novo tratamento para ‪#‎fistulas:

"The ADMIRE-CD trial is a randomized, double-blind, placebo-controlled, Phase 3 study, designed to investigate the efficacy and safety of a single treatment of Cx601 for the treatment of complex perianal fistulas in Crohn’s disease patients. A significantly greater proportion of patients in the Cx601 group versus the placebo group achieved the primary endpoint of combined ‪#‎remission (defined as clinical assessment of closure of all treated external openings draining at baseline, despite gentle finger compression, and absence of collections >2cm confirmed by MRI) at week 24 in the ITT population 53 (50%) of 107 vs 36 of 105 (34%), respectively (97.5% CI 0.2–30.3; p=0.024) and the mITT population 53 (51%) of 103 vs 36 (36%) of 101 (0.5–31.2; p=0.021). These results were confirmed in the per-protocol population and in additional supportive and sensitivity analyses. This definition of remission is more stringent than those commonly used in clinical trials on ‪#‎perianal ‪#‎fistulizing disease, as it includes both clinical and radiological assessment by MRI.2,3 Treatment-emergent adverse (non-serious and serious) and discontinuations due to adverse events were comparable between Cx601 and placebo arms."
(...)
"About Cx601:
Cx601 is a suspension of allogeneic expanded adipose-derived ‪#‎stemcells(eASC) locally injected. Cx601 is an investigational agent being developed for the treatment of complex perianal fistulas in Crohn’s disease patients that failed conventional therapy including antibiotics, immunosuppressant, or anti-TNF therapy. Crohn’s disease is a chronic inflammatory disease of the ‪#‎intestine and patients can suffer from complex perianal fistulas for which there is currently no effective treatment."


OBS.: Coloquei o tradutor do Google aqui no blog, você pode usar! Você encontra do lado direito do blog. Não é uma tradução fiel, mas dá para entender a mensagem. São muitas novidades acontecendo pelo mundo sobre as doenças inflamatórias intestinais e se eu for traduzir todas vou levar um certo tempo, então achei melhor compartilhar com vocês a íntegra para que todos tenham acesso as informações. Também indico outro tradutor o http://www.bing.com/translator, mas aí você terá que copiar o texto e colar lá no Bing.