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I Encontro Farmale: Uma conversa sobre as Doenças Inflamatórias Intestinais com a Dra Giovana Zibetti
Keep fighting!
III Encontro Farmale: Ostomia e Doenças Inflamatórias Intestinais
I will beat IBD
Ali Jawad, paratleta do halterofilismo com doença de Crohn: Você é uma inspiração para todos nós!
II Encontro Farmale - Diagnóstico das Doenças Inflamatórias Intestinais: Investigação Endoscópica Palestrante: Dr Flavio Abby
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III Encontro de Doenças Inflamatórias Intestinais no HUCFF

No dia 23 de maio foi realizado o III Encontro de Doenças Inflamatórias Intestinais no Hospital Universitário Clementino Fraga Filho – UFRJ, um lindo evento organizado pela AAPODII – Associação de Amigos e Portadores de Doenças Inflamatórias Intestinais com o apoio da ABCD – Associação Brasileira de Colite Ulcerativa e Doença de Crohn, Farmale, GEDIIB – Grupo de Estudos da Doença Inflamatória Intestinal do Brasil, Gastronomia na Promoção da Saúde e SOBEST – Associação Brasileira de Estomaterapia.  






































 


 
 



 



 

 





VI Encontro de Pacientes e Familiares de Portadores de Doenças Inflamatórias Intestinais

VI ENCONTRO DE PACIENTES E FAMILIARES DE PORTADORES DE DOENÇAS INFLAMATÓRIAS INTESTINAIS - DOENÇA DE CROHN E RETOCOLITE ULCERATIVA

Palestrantes:

➤Gastroenterologista - Dra Ana Braunstein
➤Coloproctologista - Dra Giovana Zibetti
➤Nutricionista - Cristina Diestel
➤Farmacêutica - Alessandra de Souza

No dia 16 de maio foi realizado o VI Encontro de Pacientes e Familiares de Portadores de de Doenças Inflamatórias Intestinais - Doença de Crohn e Retocolite Ulcerativa no Hospital dos Servidores do Estado (Rio de Janeiro/RJ). Tive o prazer e honra de participar, compartilhando um pouco da minha vivência como paciente e minha experiência como Farmacêutica, falando sobre as medicações utilizadas no tratamento das DII.

Depois de muita informação tivemos uma confraternização com música ao vivo! Lamartine, paciente do hospital, tocou violão, gaita, cantou e encantou todos os presentes!

Gastroenterologista Dra Ana Braunstein

Gastroenterologista Dra Ana Braunstein


Nutricionista Cristina Diestel

Nutricionista Cristina Diestel

Eu, a Farmacêutica Alessandra - Farmale

Cantor Lamartine


Eu e a Dra Giovana Zibetti, Coloproctologista que admiro muito! 



Agatha, paciente querida e eu. 

Convite do Evento - www.farmale.com.br/2017/04/vi-encontro-de-pacientes-e-familiares.html

O diagnóstico foi imediato: Retocolite Ulcerativa

Descobri minha doença Retocolite Ulcerativa (RCU) em 2011 iniciou com um sangramentro fui no medico e o diagnóstico foi imediato RCU crônica. Comecei a tomar mesalazina comprimidos e supositório para conter o sangramentro, mas em 2015 tive hemorragia fiquei internada duas vezes neste mesmo ano e mudaram minha medicação para azatioprina e mesalazina. Hoje me sinto um pouco melhor mas o sangramentro não para, tenho constante sangramento e depende do que eu como passo muito mal com fortes dores. Acredito que um dia eu possa experimentar da famosa e tão sonhada  remissão. Um forte abraço a todos.

Meu nome é Vanessa Greggio, tenho 33 anos, moro em Gorgo Al Monticano/Itália, sou Operária, tenho Retocolite Ulcerativa. Meu perfil no Facebook: www.facebook.com/edno.ribeirodasilva

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Estomia ou Ostomia?

Ostoma, ostomia, estoma ou estomia são palavras que possuem o mesmo significado, derivado do grego em que “osto” é boca e “tomia” abertura. Estomas do tubo digestivo são comunicações diretas de qualquer víscera oca com a superfície do corpo; por exemplo: esôfago (esofagostomia); estômago (gastrostomia); jejuno (jejunostomia); íleo (ileostomia) e o cólon (colostomia).

O estoma intestinal é um procedimento cirúrgico onde é realizada uma abertura no abdome e exteriorizado um segmento da alça intestinal, por onde o conteúdo dos intestinos será expelido e coletado por uma bolsa externa.

A diferença entre ileostomia e colostomia é anatômica, quando realizamos a exteriorização do íleo terminal (intestino delgado), denominamos ileostomia, quando exteriorizamos qualquer segmento do cólon, denominamos colostomia.

As estomias podem ser temporárias ou definitivas. As temporárias como o próprio nome já sugere, tem possibilidades de reversão. Podemos indicar a reconstrução do trânsito intestinal ou fechamento de estomia dependendo da cirurgia anteriormente realizada. Os estomas permanentes, são as estomias confeccionadas de maneira definitiva, sem possibilidades de reversão. Existem várias indicações de estomia definitiva, mas a principal delas é o tumor de reto próximo ao ânus (amputação do reto).

O intervalo de tempo para reversão da estomia temporária, varia de 1 a 4 meses e depende da região da cirurgia, do diagnóstico primário, da recuperação e condições clínicas do paciente e a certeza do sucesso no tratamento da área anteriormente comprometida.

Em geral, as estomias intestinais são indicadas no intuito de se desviar o trânsito fecal do local patologicamente comprometido. As principais indicações operatórias são: má formação congênita do intestino, tumores intestinais, doença inflamatória intestinal, traumas abdominais, entre outras.

As complicações na confecção das estomias são divididas em precoces e tardias. Ambas são possíveis de tratamento, seja com tratamento e cuidados no local da estomia ou com correção cirúrgica. As complicações precoces mais comuns são: necrose parcial ou total da estomia, retração, infecção e/ou abscesso local, fístulas, sangramento ou edema da alça intestinal exteriorizada. As complicações tardias são: a estenose (estreitamento da boca da estomia), retração tardia, as fístulas, as dermatites, prolapsos e a hérnia paraestomal.

Fonte: GAMEDII 

Usando medicamentos com segurança

Sobre o lado positivo de participar de grupos de pacientes no Facebook: uma pessoa do grupo compartilhou um arquivo bem útil do GAMEDII com as medicações seguras e as proibidas para quem tem doença inflamatória intestinal. 

Lembre-se que o seu médico é a sua melhor fonte de consulta, pois é quem está acompanhando a evolução da sua doença. Lembre-se também que em cada um de nós, a DII pode se apresentar de maneiras diferentes, em alguns mais grave e em outros menos, logo, nem sempre você poderá ou precisará usar as mesmas medicações do colega. Seu organismo poderá responder de maneira diferente a qualquer medicação e estas não estão livres de provocar efeitos colaterais, que podem ser por exemplo uma alergia. 

Para quem gosta de ler as bulas, não se impressione com o conteúdo, pois tudo deve estar relatado ali para que este medicamento fosse liberado para uso, mesmo que uma determinada ocorrência tenha sido tão insignificante em número de pacientes, ela deve ser relatada na bula. 

Pacientes de DII já utilizam algumas medicações que podem interagir com alguma outra que você comece a usar, isso pode levar a potencialização de alguma delas ou diminuir a ação. 

Seja responsável também pelo seu tratamento, nem sempre o que faz bem para um colega terá o mesmo efeito em você. E só mais uma observação, não tome medicamentos, mesmo de venda livre (não precisa de prescrição médica) sem consultar seu médico e o farmacêutico.

Sobre o GAMEDII:

O Grupo de Assistência Multidisciplinar em Estomias e Doença Inflamatória Intestinal (GAMEDII) é definido como uma equipe de profissionais de saúde do complexo Hospitalar Padre Bento, formada por médicos, enfermeiros, nutricionistas, psicólogos, assistentes sociais, farmacêuticos e fisioterapeutas com a missão de oferecer excelência na assistência à saúde dos pacientes portadores de estomia e doença inflamatória intestinal da rede pública (SUS).

GAMEDII  👉 www.gamedii.com.br

Precisamos ter paz

Nos períodos de crise de uma doença crônica, muitas vezes não percebemos melhora com a medicação. Isso pode realmente acontecer e não é nada bom. Precisamos ter paz para acordar e viver bem os dias, mas com dor ou outros sintomas incapacitantes, fica quase impossível e as vezes impossível mesmo. Alguma práticas de relaxamento podem contribuir de maneira bem positiva no tratamento. As tensões que a dor provoca no nosso corpo se estendem pela nossa mente, então chega um momento que precisamos parar o nosso pensamento, respirar fundo e buscar a energia que existe dentro de nós. Sim! Essa energia existe sim, mesmo com toda a dor, se você está vivo tem energia aí, tem VIDA.

Não precisa muito tempo ou um local especial, mas você precisa querer estar em paz para esse momento de autoconhecimento, de #relaxamento. Fechar os olhos por uns instantes e se concentrar somente na sua respiração, esvaziando o pensamento, focando na respiração por alguns minutos, pode te fazer muito bem e como no texto que compartilho abaixo diz, a "medicação começa a amenizar a dor e a gente se sente em paz"
.





Compartilhando texto que gostei muito da página Convivendo com a dor crônica.

"Me fechei na dor de uma crise intensa, quando me recolhi no sofrimento afastei qualquer ajuda. Aos poucos fui entendendo que a crise também tem ciclos, ela melhora, piora e reage aos medicamentos e tratamentos. Custei a perceber que era a velha dor de sempre, só que atingindo várias articulações ao mesmo tempo.
Pôxa, mas eu pratico mindfulness! - Primeira reação.Praticar mindfulness trouxe a percepção do quanto a dor me afeta, por mais que eu pense que sou forte, as vezes vou ter que ceder, só observar e aprender a melhor forma de lidar com ela. Tem horas que os medicamentos não funcionam tão bem, as opções se esgotam, aí entram os exercícios respiratórios, o saco de agua quente, a fé e a gentileza.
O carinho de um chá e um cobertor macio pra aquecer a alma podem fazer a diferença; uma palavra e um sorriso também.
Neste momento a medicação começa a amenizar a dor, e a gente se sente em paz." Fonte: https://goo.gl/jFDX1q

Ostomia e Constrangimentos

Você sabe o que significa ser uma pessoa ostomizada? 

Para viver, elas dependem da bolsa de colostomia (intestino grosso), de ileostomia (intestino delgado) ou urostomia (criação de um trajeto de drenagem da urina), que podem se tornar necessárias, temporária ou permanentemente, em casos de câncer de intestino, de cólon e de reto, doenças inflamatórias intestinais, doença de Crohn, complicações em casos de acidente de carros ou ferimento causados por armas.

Para quem utiliza algum tipo de bolsa, atitudes corriqueiras, como andar de ônibus, podem se revelar extremamente constrangedoras e embaraçosas. As situações desconfortáveis acontecem até mesmo dentro de casa, entre os familiares e amigos.

Quem fala sobre essa realidade é a presidente da Associação de Ostomizados de Mato Grosso do Sul, a auxiliar de administrativo Lana Maria Flores da Costa, 55 anos. Ela foi ostomizada há 19 anos, após tratar de um câncer no reto, e relata como até hoje os pacientes sofrem para aceitar a condição.
“As pessoas chegam chorando, dizendo que não acham certo conviver com essa bolsa de dejetos no corpo”, diz Lana. “Eu respondo que ninguém quer viver com isso, mas é melhor viver assim ou estar abaixo de sete palmos?”, indaga.

Doença Inflamatória Intestinal e Alergia

 A Doença Inflamatória Intestinal (DII) é causada por alergia a algum alimento?

Não. Embora algumas pessoas tenham reações alérgicas a certos alimentos, nem a DC nem a RCU estão relacionadas à alergias alimentares. As pessoas portadoras de DII podem pensar que são alérgicas a certos alimentos porque associam os sintomas com a ingestão de alimentos.

A ingestão de alguns alimentos piora a inflamação da DII?

Não. Embora alguns tipos de alimentos possam agravar os sintomas dessas doenças, não há evidências de que a inflamação do intestino esteja diretamente relacionada.
Obviamente, qualquer alimento contaminado que possa levar à intoxicação ou disenteria agravará a DII.

Existe uma dieta especial para portadores de DII?

Não existe uma dieta única ou um plano de alimentação que resolverá o problema de todos os portadores de DII. Recomendações de dietas devem ser feitas de forma individual.

Hemorroidas

Hemorroidas são estruturas anatômicas normais formadas por vasos sanguíneos comunicantes situados na parte interna do canal anal. Quando esses vasos aumentam de tamanho, inflamam e produzem sintomas surge a doença
hemorroidária. Ela pode ser interna, situada dentro do canal anal, ou externa, situada na borda do ânus.

A doença hemorroidária tem múltiplas causas com a característica comum de provocarem alterações na circulação sanguínea dos vasos hemorroidários. Tais alterações podem ser decorrentes de mudanças na consistência das fezes, esforço evacuatório, gravidez, trauma pelo uso de papel higiênico e até fatores hereditários.

Aproximadamente metade das pessoas na idade adulta tem ou já tiveram algum sintoma relacionado à doença hemorroidária.

O sintoma mais comum da doença hemorroidária é sangramento anal, geralmente indolor, que suja as fezes com raias de sangue vivo ou em casos mais intensos chega a respingar no vaso sanitário. O sangramento pode ser visível também no papel higiênico após a limpeza do ânus. Outros sintomas comuns são coceira ou irritação no ânus, dor contínua ou durante as evacuações, presença de prolapso – quando os mamilos hemorroidários exteriorizam-se através do canal anal – nódulo anal doloroso e presença de secreção viscosa no ânus (chamada de muco). Várias outras doenças podem provocar sintomas parecidos com os da doença hemorroidária. É essencial consultar um especialista para obter um diagnóstico adequado.

O tratamento da doença hemorroidária inclui medidas simples de alterações comportamentais e dietéticas até uso de medicamentos e tratamentos cirúrgicos.

Colonoscopia


Ok! Também concordo que o preparo é péssimo, mas a importância que esse exame tem para a prevenção do câncer e para nós com doença inflamatória intestinal, deve superar nosso medo e antipatia pela colonoscopia.

"O que é pior que a colonoscopia? CÂNCER."



Só quem passa entende

Olá pessoal!!! Eu sou Andressa e trato doença de Cronh à quase 5 anos e neste período apareceu fístulas perianais e vaginais fui submetida à 12 cirurgias de limpeza e hoje tem 15 dias da última que fiz... Noticia boa... Tirei outro dreno agora estou com um pois estive com 3 drenos ao redor dos genitais por anos. Sofrimentos dores corridas ao banheiro perda de fezes... Só quem passa entende. Em torno de 15 à 20 vezes durante o dia e à noite entre 4 à 5 vezes. Qndo não tinha nada pra sair saia apenas muco e muita dor.
Fiz uso de todos os medicamentos possíveis e sem sucesso. O corticoide por um tempo me ajudou depois não mais... Passando disso fui pro biológico infliximabe onde usei por 2 anos e meio e as fístulas só aumentava foi ai que descobri o transplante (2015) em São José do Rio Preto na clínica Dr Kaise e Dr Milton uns amores verdadeiros anjos que me indicaram o humira 15/15 dias uma ampola antes de fazer o transplante mas em dois meses de uso já fechou uma fístula e sendo retirado um dreno. Eu moro no Rio Grande do Sul sendo assim esperei e não voltei pra fazer o transplante também por motivos financeiros e visto a melhora esperei. 
E em junho de 2016 Conheci um naturopata de Manaus e desde então sigo o protocolo de alimentação saudável; confesso que comecei duvidosa pois o sofrimento frustra muito a gente. Bom o que quero dizer com isso que na primeira semana de tratamento natural já sessaram as dores e a diarréia junto. Claro que as fezes continua pastosa mas o tratamento é apenas substituir os industrializados por naturais suco verde pela manhã e cuidados básicos e simples. Por motivo do governo fiquei sem a injeção e adivinha... As dores não voltaram. As idas ao banheiro passou para no máximo 4/5 vezes ao dia e à noite nem acordo. Contrariando meu médico de Porto Alegre que insiste em dizer que a doença está ativa  eu prefiro acreditar naquilo que sinto. Estou bem graças à Deus primeiramente porque ele nos apresenta pessoas que nos ajudam e nos fortalece. Rumo à remissão. Espero por mais notícias boas para voltar a relatar para vocês. Obrigada e nunca esqueça de ter fé pois ela nos fortalece e a esperança se mantém aceza dentro de nós. ( foto tirada menos de um mês).

Meu nome é Andressa, tenho 33 anos, moro em Camaquã/RS, sou Operadora de Caixa, tenho Doença de Crohn.

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Simpósio RecomeçAR-RJ

Fui convidada para contar a minha vivência com a doença de Crohn e ainda recebo esse mimo delicioso, lindo e cheio de cuidado. O cupcake é sem glúten, sem lactose e com baixa adição de açúcar.

Queridas guerreiras do RecomeçAR/RJ ,  muito obrigada pelo carinho e pela amizade! Fiquei muito orgulhosa de participar do Simpósio de Espondilite Anquilosante e Doenças Inflamatórias Intestinais. Excelentes palestrantes e organização também. Admiro imensamente o trabalho de vocês, são uma inspiração para mim. Sempre trabalharam voluntariamente, com dedicação mesmo antes da conquista da formalização da associação com o CNPJ, que era só um pequeno detalhe que faltava para que vocês conquistem e realizem muito mais! Parabéns!









Blog RecomeçAR-RJ: www.recomecarrj.com.br
Fanpage: www.facebook.com/Recomecarrj
Instagram: www.instagram.com/recomecarrj



Consulta Pública sobre medicamentos para doenças raras

Diretoria aprova Consulta Pública sobre medicamentos para doenças raras

O texto proposto pela Anvisa tem por objetivo regulamentar um procedimento especial para registro de medicamentos e produtos biológicos utilizados nos tratamentos destas doenças.

As pessoas que sofrem com doenças raras, aquelas que acometem até 65 indivíduos em cada 100 mil, vão ter a possibilidade de acesso mais rápido aos novos medicamentos. A Diretoria Colegiada da Agência aprovou, nesta terça-feira (06/06), uma Consulta Pública que tem por objetivo regulamentar um procedimento especial para registro de medicamentos e produtos biológicos utilizados nos tratamentos destas doenças.
Além de reduzir o período de análise das petições, o texto inicialmente proposto pela Agência prevê a diminuição do tempo que as empresas demoram para submeter a solicitação de registro no Brasil, uma vez que a empresa deverá solicitar à Anvisa uma reunião de pré-submissão para apresentação do produto em até 60 dias após a primeira solicitação de registro em outra agência reguladora do mundo.

A proposta de norma prevê procedimento especial de registro para medicamentos para tratamento, diagnóstico ou prevenção de doenças raras e anuência de ensaios clínicos a serem realizados no Brasil para avaliação desses medicamentos. Segundo o texto, para seguir o procedimento especial, a empresa deverá solicitar à Anvisa, mediante dados comprobatórios, a designação do medicamento para o tratamento de doenças raras. A Anvisa também poderá, independente de solicitação, designar medicamentos para doenças raras.

A Consulta Pública será disponibilizada no site da Agência em breve e estará aberta a contribuições. É importante que a sociedade, os pesquisadores e a indústria farmacêutica participem com sugestões para aperfeiçoamento da norma proposta.

Fonte: ANVISA

CAMPANHA MAIO ROXO EM BRASILEIRA - PIAUÍ

Parabéns Natália Passos! Pelas fotos a gente percebe a dedicação que você teve em realizar esse evento tão lindo. Tenho certeza que ao vivo foi emociante!

Eu tenho um carinho enorme pela Natália, conheço um pouco da sua história com a doença deCrohn e sua preocupação com a melhoria da qualidade de vida de outros portadores de doenças inflamatórias intestinais na sua cidade. Fico muito feliz quando percebo que a dificuldade tocou uma pessoa ao ponto de lhe despertar a empatia e a vontade de ajudar ao próximo, assim vejo a Natália, uma voluntária que já sabe que ela também é beneficiada nessa corrente do bem. 

Compartilhando do perfil da Natália que sonhou com esse evento e seguiu firme para que ele acontecesse.

“Há 12 anos acontece no mundo inteiro ações em prol da conscientização sobre as DII (Doenças Inflamatórias Intestinais) . No Brasil já vem acontecendo desde o ano passado, a data é comemorada no dia 19 de Maio, mas todo o mês de maio é dedicado a esse fim. Daí o nome da campanha ser Maio Roxo. No último dia 19 de Maio ocorreu na cidade de Brasileira - Piauí um evento em alusão ao Maio Roxo. Quando tomei conhecimento da campanha, eu como portadora de Crohn, vi aí a oportunidade de ajudar outros portadores da doença, informar a população e consequentemente eu também seria ajudada. A Secretaria de Saúde de Brasileira, mas especificamente a pessoa do enfermeiro Amado se dispôs a colaborar com a organização do evento. Em 2016 não obtivemos um apoio significativo do poder público e o evento saiu meio tímido. Agora com muito trabalho conseguimos fazer com que o evento crescesse. O espaço escolhido foi bem estratégico, Praça Antônio Nego, que fica no centro da cidade, foi colocado alguns detalhes na cor roxa, convidei pacientes das cidades vizinhas e pude contar com a presença de Floripes de Piripiri, que assim como eu fez um relato da vivência com a Doença de Crohn. Foi um momento especial e emocionante para nós e para todos que estavam presentes. Outra participação muito importante foi a do acadêmico de fisioterapia da UFPI, Jayro Ferreira, que há mais de um ano trabalha com pesquisas relacionadas a Biotecnologia do tratamento de DII. Ele apresentou uma palestra com o tema: As Doenças Inflamatórias Intestinais e as novas evidências de tratamento, um assunto bastante relevante para quem tem DII. Ainda foi aberto um espaço para homenagear técnicos de enfermagem e enfermeiros pela passagem de seus dias no mês de maio, a enfermeira Djenane Queiroz palestrou sobre acolhimento e humanização em enfermagem, salientando a importância do cuidado que os profissionais devem ter para com os pacientes. A minha maior preocupação ao idealizar um evento desses na minha cidade, de forma totalmente voluntária, é exatamente levar uma mensagem de conscientização e esperança para meus colegas que carregam uma doença tão difícil. Ajudar os familiares dessas pessoas a saberem lidar com todas as situações que a doença impõe. Também mexer com o coração das pessoas para que elas tenham mais empatia, se preocupem mais com o próximo. Espero ajudar também pessoas que têm outro tipo de doença crônica ou até mesmo uma contagiosa ou terminal, que nunca devemos deixar de lutar, se não for por nós, lute por sua família ou por outras pessoas que estão desamparadas. E muito, muito obrigada a todos que apoiaram e contribuíram para que o evento acontecesse.” Natália Passos - www.facebook.com/natalia.passos.982/posts/1327830173979691






























Simpósio sobre Espondilite Anquilosante e Doenças Inflamatórias Intestinais

Compartilhando evento imperdível! 

Dá só uma olhada no cronograma!

Estarei em mais um evento representando os pacientes de doenças inflamatórias intestinais (doença de Crohn e retocolite ulcerativa), dessa vez não como Farmacêutica e sim contando a minha vivência com a doença de Crohn. Vivência que em diversos pontos se iguala a de todos que convivem com a DII: busca cansativa pelo diagnóstico, tratamento adequado, medicamentos de alto custo, cirurgias, maternidade x DII, medos, dúvidas... Outro paciente, Anderson Vieira, compartilhará a sua vivência com a espondilite anquilosante.

O evento contará com profissionais experientes em DII e de EA.

Sobre o evento:

A Associação de Pacientes com Doenças Reumáticas do Estado do Rio de Janeiro - RecomeçAR/RJ,  realizará no dia 08 de Junho, com início às 09:00, o seu primeiro Simpósio sobre Espondilite Anquilosante e Doenças Inflamatórias Intestinais e contará com a participação de muitos profissionais dominantes da área. 

  • Gastroenterologista Ana Tereza Pugas
  • Reumatologista Carla Gottgtroy
  • Advogado Weberth Costa falando sobre Direitos dos Pacientes
  • Dermatologista Dra Gabriela Higino
Participação especial da blogueira e paciente Alessandra Souza do Blog Farmale e Anderson Vieira
com suas Histórias de superação.

Participe também do RecomeçARRJ sem frio. Ajude levando uma agasalho
para ser doado a instituição ONG ALFA.

O simpósio que também será o 12º encontro da Associação que tem o objetivo de esclarecer dúvidas e revelar métodos para lidar melhor com o problema, promovendo um trabalho de inclusão social, buscando oferecer melhores condições na socialização e conscientização entre os pacientes.

O encontro será realizado no Auditório da Policlínica Piquet Carneiro, localizada na Av. Marechal Rondon 381 - São Francisco Xavier. A entrada é franca. Inscrições através do Blog www.recomecarrj.com.br

Gravidez na Doença Inflamatória Intestinal

Fonte: www.mystorybook.com/books/243109
Gravidez na Doença Inflamatória Intestinal pode correr bem se a doença for controlada

A gravidez é uma das questões que é levantada no caso de doentes com doenças inflamatórias. Mas, segundo Joana Torres, tudo pode correr bem se a doença for controlada

Em entrevista à Sociedade Portuguesa de Gastroenterologia (SPG) na Reunião Monotemática SPG 2017, Dra Joana Torres, Gastrenterologista no Hospital Beatriz Ângelo falou sobre a sexualidade, fertilidade e gravidez na Doença Inflamatória Intestinal (DII).

Segundo a médica, a DII é tipicamente diagnosticada durante a adolescência e início da vida adulta, sendo um período em que os pacientes estão desenvolvendo a noção de sexualidade, de relações íntimas, iniciando assim a questão da fertilidade, planeamento familiar, entre outros.
“É uma doença que pode ter um grande impacto na esfera da qualidade de vida dos pacientes e nós gastroenterologistas nem sempre estamos muito treinados para determinados aspéctos, especialmente para a sexualidade, mas temos de ter a noção que somos o único médico que por vezes vê o doente e temos de tentar criar um espaço de diálogo, sobretudo nos doentes adolescentes que por vezes é difícil para eles falarem sobre estes assuntos. Para tentar ajudar, orientar e referenciar o paciente a quem os pode ajudar”, explicou Dra Joana Torres.

Falta de informação sobre fertilidade e gravidez

As questões da fertilidade e da gravidez nos pacientes de DII são para a médica muito importantes, porém os portadores continuam mal informados de uma maneira geral, pois na Internet com frequência as informações são contraditórias.
“Os nossos colegas obstetras também, muitas vezes, não conhecem as particularidades da DII, especialmente no diz respeito ao manuseamento dos medicamentos durante a gravidez. Portanto, mais uma vez temos de ter uma atitude pró-ativa e indo regularmente discutindo estas questões com os pacientes, tentar perceber quando é que elas estão pensando em engravidar e orientá-las e instruí-las a falarem conosco quando tiverem planos para iniciar uma gravidez, porque há medicamentos que podemos ter de interromper como é o caso do metotrexato”, disse a Gastrenterologista.
Entretanto, na maior parte dos casos a gravidez em pacientes com DII “corre bem, desde que a doença esteja controlada”. Ou seja, parte dos médicos, mais uma vez, ter uma atitude pró-ativa em tentar controlar e alcançar a remissão, antes de a gravidez acontecer, aumentando a probabilidade de tudo correr bem nesta altura da vida que segundo a especialista, se é “uma altura de grande ansiedade para uma mulher, normalmente, o que dirá para uma mulher com uma DII”.

Tratamentos e fármacos

No que diz respeito aos medicamentos, que são de extrema importância ao longo da gravidez e da amamentação, a maioria dos medicamentos utilizados “são medicamentos seguros, com algumas execões”. 
“É claro que no que diz respeito a medicamentos biológicos, que são medicamentos que utilizamos há relativamente pouco tempo, ainda estão reunindo muita informação sobre segurança, parecem seguros, mas é uma informação que devemos partilhar com os pacientes. De forma atualizada explicar-lhes a evidência que há disponível no momento em que elas estão grávidas e tomar uma decisão partilhada com a paciente, ou seja, sobre a vontade que ela tem de continuar ou não, desde que a paciente esteja em remissão”, disse a Dra Joana Torres.
De uma forma geral, em mulheres que têm a doença controlada corre tudo bem, de qualquer forma é importante manter um diálogo constante entre o Gastrenterologista, o Obstetra que assiste a paciente e depois também com o Pediatra que vai assistir o bebê, porque há vacinas que podem estar contraindicadas na fase inicial de vida da criança. 

Fonte: Saúde Online